quinta-feira, 28 de novembro de 2013

GCM  recebe 200 novas bicicletas para
policiamento comunitário
gcm2Veículos serão utilizados na segurança de parques e da região central da cidade. Equipamentos foram doados à administração municipal como contrapartida pelo apoio da Prefeitura ao Concentra SP, exibição pública dos jogos da Copa das Confederações
A Guarda Civil Metropolitana da capital recebeu nesta sexta-feira 200 novas bicicletas para o policiamento de parques e da região central. Os veículos foram doados à administração municipal como contrapartida pelo apoio ao Concentra SP, exibição pública dos jogos da Copa das Confederações realizada no Vale do Anhangabaú em junho deste ano. A vice-prefeita Nádia Campeão participou da entrega oficial da doação, que aconteceu durante a manhã no parque do Ibirapuera, na zona sul da cidade.
Os novos equipamentos trarão agilidade para o trabalho dos policiais. “Estamos quadruplicando o número de bicicletas que atualmente a guarda já tem. Isso é um grande avanço porque a GCM tem feito um trabalho preventivo e as bicicletas ajudam muito para um policiamento que pode estar em mais lugares, de forma mais rápida”, afirmou Nádia Campeão.
Para a vice-prefeita, a doação mostra a cooperação entre a administração pública e as empresas que atuam na capital. “Como eles estavam no Vale do Anhangabaú expondo seu projeto, as suas marcas, entendemos que seria importante que eles pudessem colaborar de alguma forma com uma necessidade importante da cidade. É uma troca entre as necessidades que a população tem e as possibilidades de contribuição das empresas”, lembrou Nádia Campeão. Os veículos foram entregues pelas empresas Playcorp, Hyundai, Coca-Cola, Brahma e Itaú.
As bicicletas foram adquiridas a partir das especificações técnicas elaboradas pelo comando da Guarda. Possuem quadro de alumínio, suspensão traseira e dianteira, câmbio com 21 velocidades e aro 30. Para integrar o grupamento de ciclistas, os guardas recebem um treinamento especial de utilização das bicicletas no atendimento de ocorrências e abordagens. “Estas bicicletas fazem parte de um novo perfil que estamos tentando resgatar para a GCM de policiamento comunitário”, explicou o secretário Roberto Porto (Segurança Urbana).
Os novos equipamentos também contribuem para a valorização dos profissionais da corporação. “Esta entrega é um divisor de águas. Está mudando o tratamento que a guarda vem recebendo, que agora é mais respeitoso e mais humano, e a correspondência só pode ser uma dedicação maior e uma segurança melhor para a cidade de São Paulo”, agradeceu o Inspetor Gilson Pereira de Menezes, comandante da GCM.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Construção da segurança


O enfrentamento mais decisivo em curso para quem usa e promove a bicicleta está além das ruas. Está no discurso que se propaga sem saber, está no preconceito que se manifesta velado ou explícito. Nas palavras que se repetem, que constroem e reforçam barreiras que impedem a humanização dos espaços públicos de circulação e das próprias cidades.
Durante o século das duas guerras mundiais, as carruagens motorizadas saíram em massa das linhas de montagem para ganhar as ruas. Os mortos e feridos contaram-se aos milhares em um embate que tirou à força as crianças e adultos das ruas para que os automóveis pudessem circular na maior velocidade possível.
E não foi em silêncio que as famílias velaram seus mortos. Houve um processo de demonização do automóvel, imediatamente percebido como um ator destrutivo nas ruas das cidades. Para que as linhas de montagem continuassem a produção foi preciso promover um novo conceito, o de que os veículos motorizados, o novo ator no trânsito urbano, eram seguros e adequados para as ruas.
O esforço da industria automobilística para viabilizar o uso intensivo de seus produtos nas cidades foi imenso e frutífero. Em poucas décadas, o século XX tornou-se o século do automóvel e as ruas perderam muito do seu caráter histórico de espaço público, uma construção social de 5 mil anos.
Mortos e feridos nas ruas contam-se às dezenas de milhares. No Brasil o número gira ao redor dos 50.000 mortos por ano. Sendo as pessoas fora dos automóveis, em especial os pedestres, as maiores vítimas.
Ator consolidado nas ruas do século XXI, o automóvel deixou de ser diretamente responsabilizado pelas perdas de vidas humanas que gera. Encarado como fato consumado nas cidades o trânsito motorizado é conversa de elevador e suas vítimas geralmente veladas em silêncio.
A segurança das ruas é acima de tudo uma construção social. Hoje essa construção permite que pedestres e ciclistas sejam tratados como vítimas a serem responsabilizadas. A reversão do discurso que aceita os mortos e feridos no trânsito como casualidades é uma necessidade do século XXI. Enquanto o embate do século XX foi entre a demonização do automóvel e a industria automobilística, o embate atual é da qualidade de vida contra a degradação do espaço público das cidades.
A vilanização dos motores acabou derrotada e hoje as cidades são bem diferentes de como eram em 1900. As cidades de 2100 certamente serão outras e para que façam sentido e possam abrigar grandes populações humanas que gerem prosperidade, é preciso promover o uso racional e seguro do automóvel em ruas que possam garantir mais fluidez para as pessoas que utilizam transportes ativos e os transportes motorizados coletivos.

Policiamento com bicicletas

As chances de ver um policial de bicicleta são provavelmente maiores do que há 30 anos. O que está causando o renascimento?
Na maioria das cidades do Reino Unido e em outras cidades pelo mundo afora, a polícia está novamente usando bicicletas de alguma forma. Elas estão sendo utilizadas no trabalho comum de patrulha, mas também de forma mais ativa como um veículo de repressão do tráfico de drogas e demais criminalidades urbanas. Em Londres, o número de bicicletas de polícia aumentou de pouco mais de 400, em 2005, para cerca de 2.500 em 2009.

Alguns locais ainda estão encontrando dificuldades para colocá-las no orçamento da cidade, e muitos duvidam do seu valor. Mas, uma vez colocadas para trabalhar, bicicletas de polícia são um sucesso unânime.
Isto não surpreende, pois a bicicleta possui vantagens óbvias:
1) Discreta. Todas as polícias destacam o fato de serem veículos silenciosos, quase “invisíveis”. Pode-se surpreender grupos de criminosos surgindo por onde eles menos esperam, sobretudo por rotas de fuga onde não dá para passar um carro.
2) Rápida. Em Londres, onde há mais bicicletas de patrulha do que viaturas, o tempo de resposta a chamadas caiu pela metade. E em 70% dos casos elas chegam à cena antes das ambulâncias.
3) Acessível. As pessoas têm mais facilidade de acenar e conversar com policiais ciclistas. Também é comum relatos de crianças que se aproximam querendo saber sobre as bicicletas. Um sargento britânico salienta “este tipo de conversas revela algumas excelentes informações que levam a uma série de problemas de comportamento anti-social a serem abordados e resolvidos”.
4) Baixo custo. A cidade de Glasgow relatou que “podem ser empregados 15 policiais ciclistas pelo mesmo custo de adquirir e manter um carro.” Mas um gasto suplementar que não pode ser esquecido é a manutenção, que por vezes pesa tanto quanto a aquisição das bicicletas.
5) Saudável. Bicicletas mantêm os policiais em boa forma física. Além de melhorar a autoestima pessoal, a corporação e a cidade ganham porque as faltas ao trabalho por motivo de doença são reduzidas drasticamente.
Há desvantagens.
É inviável para transportar pessoas presas. E caso a situação exija, é preciso gastar um tempo preciso trancando as bicicletas. No primeiro caso, uma viatura pode ser chamada. No segundo caso, pedalar em duplas reduz as chances de uma bicicleta policial ser roubada em tumultos. Além disto, alguns modelos de bicicleta possuem um mecanismo de blocagem rápida da roda dianteira, que não precisa de chave para bloqueá-lo, apenas para abri-lo.
Por falar em modelos de bicicleta, confiabilidade e resistência são mais importantes do que desempenho. Suspensão dianteira para subir e descer degraus ou meio fios, e forros de pneus kevlar anti-furo são muito úteis. Numa frota grande, cada bicicleta deve ter identificação única, para facilitar os registros de serviço, semelhante às demais viaturas.

Smith&Wesson Police Bicycles
Bicicleta de uso exclusivo feita pela Smith & Wesson, famosa indústria norte-americana que produz pistolas e rifles
O kit que acompanha as bicicletas é a roupa (bermuda, capas, faixas/coletes fluorescentes, luvas, sapatos, etc), bagageiros e alforjes, sirenes, capacetes, trancas e outros opcionais. Em alguns lugares, bicicletas podem usar as luzes piscantes que identificam os veículos da polícia, mas isto depende de cada legislação.
Por fim, o uso da bicicleta pela polícia é bom para melhorar o status dos ciclistas em geral, um grupo ainda considerado como delinquentes por muitos motoristas. Se a própria polícia usa bicicletas, mostra que elas são uma forma inteligente e rápida de se locomover.
[traduzido e adaptado de Police on mountain bikes]

Policiamento com bicicleta pra funcionar deve ser planejado

A cidade de Glasgow, que é uma das várias cidades que já experimentou o sucesso de botar os policias pra pedalar, chegou a brilhante conclusão que pelo preço de comprar e manter UMA ÚNICA viatura é possível manter na rua QUINZE policiais de bicicleta. Faça a matemática. É ridículo.
Essas duas medidas demorariam o que, seis meses para serem colocadas em prática? Elas acabariam de vez com a ideia errada de que as bicicletas não pertencem às ruas. Tornariam o trânsito e, consequentemente, a cidade mais humanos. Menos gente morreria. Mais gente se empolgaria a pedalar. A obesidade da população diminuiria. Haveria menos poluição. A polícia se aproximaria das pessoas,Curitiba deve pensar nestas ações. Não consigo ver um bom motivo para não fazer.
Não conheço nada dos meandros da política, mas se eu fosse ciclo ativista deixaria de lado todo o resto e me pautaria exclusivamente nesses dois pontos. Todo o resto viria a roldão.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Homens, Meninos e Bicicletas





Quando a gente se envolve demais com algo, começa a refletir e os porquês aparecem um atrás do outro. É como estar redescobrindo a vida. A vida é assim! Aprende-se algo, depois se questiona situações banais do cotidiano, como tarefas da rotina. Até que o momento da indignação possibilita um encontro com a bicicleta.
No assunto bicicleta, sustentabilidade, e todo o tipo de pauta relacionada, percebemos que os limites de cada vantagem e desvantagem começam a determinar o padrão em que nos encaixaremos. Neste momento determinamos como queremos viver.
Podemos mudar de vida, mas se esta nova opção possuir evidências que nos deixam descontentes, logo passaremos a ver a ideia como uma solução não satisfatória. E deste ponto em diante, mudaremos. É a vivência do experimentar, vamos até um ponto, e descobrimos que devemos retornar, ou seguir adiante. Tenho visto alguns ciclistas, de todas as idades, mudando de hábito de vida. Homens de negócios trocaram seus carros modernos por carros mais simples e por bicicletas, fugindo assim das consequências da vida anterior. A vida custa menos, e é preciso ganhar menos... A vida fica mais fácil! No lugar de dez horas de trabalho diário, necessitam agora de duas horas menos a cada dia. Com isto, novamente os dados são lançados e novos acontecimentos surgem, completamente diferentes.
Alguns seguem os instintos, outros buscam sugestão do meio. Em tempos modernos, e com o avançar da idade, os homens se perguntam sobre a vida. Alguns mudam, outros não... Alguns apenas esperam pelo fim. E não estamos falando de pessoas sem capacidade intelectual, estamos falando de homens de negócios, bem-sucedidos financeiramente! Ontem, quando chegava a um cruzamento, vi um cliente que mudou radicalmente de vida. Já com seus 55 anos, aproximadamente, trocou o carro, que se me lembro bem custava bem mais que cinco carros populares, por uma bicicleta.
A bicicleta conheço bem, deve ter custado uns R$2.000,00, boa qualidade, grupo mediano da Shimano, suspensão simples. Muito menos que muitas bikes que vemos em Audax e nos passeios. E ali fiquei a me perguntar sobre o que se passa na cabeça de um vivente destes para mudar radicalmente de vida. Mesmo tendo dinheiro, o cidadão acabou trocando o luxo pela simplicidade... O que ele ganhou com isto?

                                                                          


Leiza, no Uruguai.
Talvez seja como o amigo Raul tenha me dito: "menos é mais!", justificando que a simplicidade traz diversas sensações de paz, de serenidade. Talvez alguns homens se tornem meninos novamente, e descubram que se trata de um processo cíclico... O homem começa na bike e termina da bike. Talvez não seja nada disto, mas as tendências demonstram que devemos nos perguntar se estamos no caminho certo.
As ruas estão entupidas de carros, a poluição é nítida no cotidiano, as pessoas estão morrendo de problemas banais, homens tiram a vida de outros homens para tomar um carro... O que fazer em tempos onde um celular vale mais que a vida alheia? Talvez a simplicidade seja a resposta de tudo. Sobre homens e meninos, bicicletas divertem a ambos!

Fonte: Revista Bicicleta, edição 10/01
Autor: Roberto Furtado
Título Original: Sobre Homens, Meninos e Bicicletas

Guarda Nacional Republicana






O Patrulhamento de Ciclo da Guarda Nacional Republicana tem contribuído, inequivocamente, para a modernização, evolução e desenvolvimento da qualidade da atividade operacional da Guarda Nacional Republicana, revelando ser um meio com grande flexibilidade, mobilidade e raio de ação.

No sentido de reforçar ainda mais esta valência com meios humanos, decorreu, de 15 de abril a 16 de maio, na Unidade de Segurança e Honras de Estado (USHE) da GNR, mais um Curso de Patrulhamento Ciclo. Os vinte e quatro militares que frequentaram o curso (3 Oficiais, 1 Sargento e 20 Guardas) foram selecionados de entre um conjunto de candidatos, após a realização de provas físicas, intelectuais e de destreza e aptidão para a condução de bicicletas. A formação incluiu, para além da parte teórica, uma forte componente prático, tendo os formandos sido inclusivamente empenhados no patrulhamento no âmbito das celebrações do 96.º aniversário das Aparições de Fátima, de 10 a 13 de maio, contribuindo desse modo para a garantia da tranquilidade pública e da proteção de peregrinos que se deslocaram ao santuário.

Estes militares, a par dos que também já possuem este tipo de formação, irão integrar o dispositivo da operação da Guarda no "Verão seguro 2013", no sentido de reforçar o patrulhamento das zonas balneares dos Comandos Territoriais de Aveiro, Faro, Leiria, Lisboa e Setúbal.




segunda-feira, 25 de novembro de 2013

BM anuncia aumento da Bike Patrulha
Novos soldados, do grupo de bicicletas, começarão a atuar na área central a partir de amanhã




A partir de amanhã a população que circula no centro de Passo Fundo contará com um reforço na segurança. Durante o lançamento da operação Papai Noel que acontecerá na noite desta sexta-feira, será apresentado os novos policiais que atuarão no efetivo da Bike Patrulha que a partir de agora, contará com um batalhão de 16
 soldados armados.

Novas bicicletas e fardamentos já foram adquiridos. Conforme o Major Eriberto Branco, a novidade irá beneficiar comerciantes e população em geral. “A Bike Patrulha surgiu em 2006 e deu muito certo , e a partir de agora com o aumento do efetivo, teremos um batalhão que atuará especificamente em horário comercial nos locais onde há o maior número de ocorrências registradas”, relatou.
O lançamento da Operação Papai Noel está marcada para acontecer hoje às 19h. 



sábado, 23 de novembro de 2013

A policia "municipal da França"aumenta sua força de trabalho


Sabrina Zacharkow e Julien Chanteloup acaba de entrar na polícia municipal.
Sabrina Zacharkow e Julien Chanteloup acaba de entrar na polícia municipal.
Já tem três policiais, a polícia da cidade para o policiamento de bicicleta que acaba de ver o seu número aumentar para cinco policiais. Aos 33 anos, um nativo da Mayenne, Sabrina Zacharkow entrou para o serviço público em 2000, como secretário municipal. Ela era então assistente executiva do departamento de finanças da cidade de Mayenne. "Eu fui em torno da questão e eu queria estar no terreno em contacto com o público" , diz ela. Após o sucesso competição final zelador de 2008, ela assumiu o cargo em Cholet, cargo que ocupou até quinta-feira passada. Ela chega em Chatellerault com seu marido, que trabalha em Poitiers.
Aos 31 anos, é de Chanteloup Julien, entretanto, Chatellerault e sempre trabalhou na segurança. Integrado no exército por dez anos Verdun e Marselha, ele é convertido em um funcionário da prisão em um bairro juvenil em Grenoble. Depois de dois anos nesta posição, ele optou por trazer sua esposa e filhos, integrando polícia municipal châtelleraudaise.
Um serviço que se integra na próxima semana as suas novas instalações na ala direita da Câmara Municipal e deve ser unidos por um sexto da polícia até ao final do ano. Os agentes podem dedicar-se integralmente às tarefas que lhes são confiadas, com a presença de comerciantes e em lugares freqüentados, a segurança em torno das escolas e implementar a ordem do prefeito, em especial a de anti-álcool.

Carnide _ Portugal passou a ter


ciclopatrulhas da PSP


Carnide passou a ter ciclopatrulhas da PSP
Desde o mês passado  Carnide viu reforçado o policiamento de proximidade.
Numa parceria entre a Junta de Freguesia de Carnide e a PSP, a freguesia de Carnide passa a ter equipes de policias com bicicletas para patrulhar a zona central da freguesia.
A Junta de Freguesia de Carnide ofereceu todo o equipamento, viabilizando assim a concretização deste projeto.
Carnide é hoje uma freguesia mais segura.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Polícia Militar efetua prisão de homem acusado de tentativa de homicídio



Na manhã da última sexta-feira (15), a guarnição da Bike Patrulha da Polícia Militar de Xanxerê, oeste do Estado, com apoio do Pelotão de Patrulhamento Tático, efetuou a prisão de um homem com mandado de prisão em aberto por tentativa de homicídio.
Por volta das 11h, os policiais militares efetuaram a abordagem de nove pessoas em atitude suspeita na Rua Rui Barbosa, em frente ao Centro Comunitário do Centro do município.
Ao efetuar a consulta de nomes foi constatado que contra um deles estava em aberto mandado de prisão, expedido pela comarca de Chapecó, devido ao cometimento do crime de tentativa de homicídio. O homem de 27 anos foi preso em flagrante.
(Cb Julia Buss Dias, da seção de Comunicação Social da 4ª/2ºBPM-Fron)