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Fiscalização a infrações será feita também em bicicletas na cidade de São Paulo. Foto: Priscila Cruz
Agentes da Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo (CET), conhecidos popularmente como marronzinhos, passarão a realizar seu trabalho de fiscalização nas ruas também em bicicletas. “Em vez de andar [apenas] de carro, a pé ou de moto, também você faz de bicicleta”, revelou o secretário de Transportes da cidade, Jilmar Tatto. A informação foi confirmada por Antonio Carlos Gambarini, Gerente de Relacionamento do órgão de trânsito, como você pode acompanhar no vídeo de Rachel Schein.
Os agentes de trânsito utilizarão não somente as ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas da cidade, mas também as ruas onde não há infraestrutura específica. A medida é importantíssima, por legitimar o uso da bicicleta em deslocamentos, colaborando com um entendimento mais amplo da população sobre seu direito de circulação nas vias, como veículo reconhecido pelo Código de Trânsito. Colocar o agente de trânsito no papel de ciclista também tem grande importância no sentido de que a Companhia passará a compreender com clareza cada vez maior as situações pelas quais passam os ciclistas da cidade.
O órgão também incentivará que seus funcionários circulem pelo centro da cidade em bicicleta, ao se deslocar entre os diferentes centros administrativos. Ainda não há data prevista para o início dessa operação, embora a bicicleta já seja utilizada para fiscalizar a Zona Azul em algumas regiões.
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terça-feira, 12 de agosto de 2014
sexta-feira, 8 de agosto de 2014
Autarquia entregou bicicletas à PSP
Segurança
As quatro bicicletas, personalizadas e equipadas, destinam-se a reforçar o policiamento de proximidade em algumas zonas do conselho.
A Câmara Municipal de Almada ofereceu quatro bicicletas todo o terreno (BTT), equipadas e personalizadas, à Polícia de Segurança Pública (PSP), no âmbito de um acordo de colaboração assinado entre as duas entidades.
As bicicletas de BTT, que foram imediatamente colocadas ao serviço da Divisão de Almada da PSP, vão ajudar no reforço do policiamento de proximidade em algumas zonas do concelho, possibilitando o alargamento da zona de patrulhamento e maior rapidez de atuação.
O Modelo Integrado de Policiamento de Proximidade, desenvolvido pela PSP de Almada, tem por objetivo principal a prevenção e diminuição da criminalidade, a par da melhoria da qualidade do serviço prestado aos cidadãos.
A cerimónia de entrega das bicicletas decorreu no passado dia 29 de maio, na Praça São João Baptista, em Almada, no âmbito da Festa Verde 2014. Estiveram presentes Joaquim Judas, presidente da Câmara Municipal de Almada, e o comandante José Luís Fernandes, da Divisão de Almada da PSP.
PSP de Mirandela em Portugal vai patrulhar cidade de bicicleta durante todo o ano

A mobilidade sustentável também já chegou à Polícia de Segurança Pública. A cidade de Mirandela vai ter a partir de agora os polícias a fazerem patrulhas de bicicleta num projeto conjunto da autarquia local e daquela força de segurança e o primeiro do gênero no Nordeste Transmontano.
O protocolo para este novo tipo de patrulhamento foi celebrado ontem, em Bragança, durante as comemorações dos 138 anos do Comando Distrital da PSP, com a Câmara Municipal a disponibilizar três bicicletas e a PSP os agentes.
Este projeto, que se manterá ao longo de todo o ano e não apenas no Verão, reforçará o policiamento de proximidade, poupará o ambiente e custos em combustível à polícia, como observou o autarca local, António Branco.
“Este protocolo permitiu a doação por parte da autarquia à Esquadra de Mirandela de três bicicletas TT com o intuito de melhorar os padrões de eficácia policial, de forma a, por um lado, desenvolver uma relação próxima e sustentável com os cidadãos e comunidades locais e, por outro lado, combater os fenômenos criminais que provocam maior alarme social”, pode ler-se no site da autarquia.
O comandante distrital da PSP, Amândio Correia, destacou as condições orográficas e físicas que a cidade tem para esta iniciativa ter êxito e que permitem que “este tipo de policiamento possa ser implementado com sucesso nas margens do espelho de água do rio Tua, na zona verde e ruas adjacentes.
A autarquia investiu cerca de três mil euros nos veículos que serão conduzidos por agentes que aderiram voluntariamente à iniciativa, através da qual o município espera “aumentar a presença (da PSP), a sensação de segurança da população e ao mesmo tempo” tornar a intervenção da polícia mais eficaz em certos pontos da cidade.
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
Agentes ciclistas em Belém realizam operação de educação no trânsito
Na manhã da segunda-feira, 04, a paisagem de Belém ganhou novo personagem. Trata-se do agente de trânsito ciclista, uma figura que passou a atuar nas ciclovias e ciclofaixas de Belém. Logo cedo, às 7h da manhã, sete deles partiram do canteiro central do cruzamento das avenidas Almirante Barroso com Júlio César para dar início às ações do grupo, mostrando o novo meio de transportes que será usado pelos agentes principalmente para ações de educação e de segurança no trânsito.
“O agente de trânsito ciclista é uma inovação que estamos implementando. A meta do projeto é educar e fiscalizar pedestres, condutores e ciclistas em operações pedagógicas especiais realizadas pela SeMOB”, explica o coordenador de fiscalização de trânsito da SeMOB, Pedro Paulo Oliveira.
Se o uso da bicicleta como meio de transporte vem crescendo, a necessidade de dar mais apoio aos ciclistas no trânsito também aumenta, e ter um agente sobre duas rodas é mais um estímulo ao uso do meio de transporte. “Em Belém se usa bastante bicicleta, mas havia carência de investimentos na área, algo que priorizamos nessa gestão. A ativação das ciclofaixas da Mundurucus e da José Bonifácio, que agora serão interligadas à avenida João Paulo II, e a licitação para a ciclovia da Duque de Caxias, que será lançada em breve, são exemplos de que esta malha cicloviária está crescendo e nosso objetivo é chegar a 100 km de ciclovias e ciclofaixas. Mas não adianta investir em infraestrutura se o ser humano não for trabalhado, e por isso criamos esse grupo de agentes para atuar diretamente na orientação dos ciclistas e na mediação da convivência deles com outros meios de transporte”, diz Maisa Tobias.
Para Zalan Lima, cicloativista e membro dos grupos Bike Belém e Bicicletada Belém, ter agentes de trânsito vivenciando o dia a dia dos ciclistas, faz com que eles mesmos prestem mais atenção às infrações contra esta categoria e mostra para os motoristas a importância que a bicicleta tem no trânsito. “Fará uma grande diferença ter agentes públicos utilizando a malha viária destinada aos ciclistas, não só para educar e cobrar respeito da população, como também para observar sinalizações irregulares ou ausentes e solicitar o reparo. Os ciclistas hoje sofrem com falta de respeito dos veículos, principalmente em áreas que fogem da rotina normal dos agentes motorizados. Acredito que esta novidade trará melhorias em novas áreas hoje não cobertas”, projeta o ciclista.
“Muitos ciclistas solicitavam que nós entendêssemos melhor as dificuldades que eles enfrentam, principalmente quanto à convivência com os veículos. O agente sobre a bicicleta tem outra visão do trânsito e pode coletar informações quanto às condições da ciclovia e como melhorar essa relação entre ciclistas, pedestres e motoristas, afinal o trânsito é feito por todos”, frisa Pedro Paulo Oliveira, coordenador de Operações de Trânsito da SeMOB. “O maior desafio é trazer para a opinião da sociedade que o ciclista é um cidadão que tem o direito de circular de forma saudável e segura e é muito bem-vindo no espaço público”, completa Maisa.
De dentro para fora
Durante o veraneio, os agentes ciclistas participaram de ações educativas em Mosqueiro, circulando pela avenida Beira Mar. Lá, a bicicleta também os ajudou a ter mais agilidade no congestionado trânsito da ilha nesta época do ano, permitindo que chegassem de forma mais rápida e ágil aos locais de ocorrência de acidente e engarrafamentos, garantindo uma maior fluidez.
Com um viés mais educativo, os agentes também circularam pela ilha distribuindo kits preparados pela equipe de Educação da Semob e foram bem recebidos pela população. Muitas pessoas posaram para fotos com os agentes nas “bikes”, aprovando a iniciativa da SeMOB que teve grande repercussão nas redes sociais.
A continuidade do trabalho se dará com os agentes ciclistas fiscalizando as ciclovias e ciclofaixas de Belém e, em especial, transitarão na ciclovia do BRT, fazendo uma atuação itinerante de evacuação da pista exclusiva dos ônibus expressos, orientando a população de que atravesse apenas na faixa de pedestres e de que ciclistas se mantenham na via a eles destinada, visando, assim, evitar acidentes na área. “Eles ganharão em mobilidade, porque a bicicleta facilita o deslocamento e estarão bem mais próximos de pedestres e ciclistas. Com o agente ciclista trazemos a fiscalização para dentro das ciclofaixas e ciclovias. O olhar passa a ser de dentro para fora, e não o contrário”, completa Maisa Tobias, Superintendente da SeMOB.
Texto: Nathalia Petta
Foto: João Gomes / COMUS
Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de Belém (SEMOB)
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
BICICLETAS PARA a BASE COMUNITÁRIA DA POLÍCIA MILITAR

Grupo Hirota doa quatro bicicletas para Base Comunitária da Polícia Militar na Vila Gumercindo
Para moradores e oficiais da região, doação aproximará comunidade e policiais
O Grupo Hirota doou na manhã desta terça-feira quatro bicicletas para a Base Comunitária da Polícia Militar do bairro Vila Gumercindo. Os veículos, adaptados especialmente para o uso militar, serão utilizados na patrulha da região, que já conta com uma viatura. De acordo com o Coronel Edvaldo Sertório do Amaral, comandante da região sudoeste da capital, as bicicletas chegaram em boa hora. "Vamos dar mais atenção aos moradores da região, com uma atenção especial às áreas inalcançáveis por carros", diz. Parte do efetivo de 17 policiais já começou as atividades com as novas bicicletas.
A ideia de conseguir bicicletas para a Vila Gumercindo veio do Sargento Rogério Godoy Ferreira, responsável pela base comunitária há dois anos. "Sempre vimos pessoas andando de bicicleta, famílias e crianças", diz. "Queríamos fazer um tipo de patrulhamento que aproximasse os policiais da comunidade", explica. E deu certo.
O casal Erica de Jesus Cristo e Helio Venâncio, pais da pequena Isabela, de seis meses, notaram a diferença. "Quando os policiais passam de bicicleta ficamos mais confortáveis de nos aproximar, de conversar", conta Erica. "É muito melhor porque eles passam mais lentamente, conversam com as pessoas e prestam atenção nos detalhes", diz Helio. Os dois moram na região há 11 anos e trabalham com um serviço de buffet.
Os policiais também elogiaram a doação. O Soldado Alex Mari Trevisan, há um ano trabalhando na base comunitária, não via a hora de poder fazer mais exercícios. "Ficamos, por vezes, 10 horas sentado numa patrulha", diz. "Agora, vamos poder trabalhar e nos exercitar ao mesmo tempo." Alex está encarregado nesta quarta-feira de fazer a patrulha com uma das novas bicicletas.
O soldado Fernando Henrique dos Santos, há quatro meses na base, diz que as pessoas se sentem muito mais próximas do policial que anda de bicicleta. "A criançada adora", brinca. Dona Floripe Duque Fagundes concorda. Há 33 anos na região, ela diz que o contato com a bicicleta é excelente. "O corpo a corpo com os oficiais é bem maior, a sensação de segurança aumenta", diz.
De acordo com o Cel. Sertório, essa é a segunda região de São Paulo a receber bicicletas especiais para a Polícia Militar. "Já temos uma operação no bairro do Ipiranga e agora começamos na Vila Gumercindo", diz. "A doação vai nos ajudar a trabalhar melhor pela comunidade."
Para Carlos Alberto André, diretor comercial do Grupo Hirota, a doação representa uma continuidade do envolvimento da empresa com a comunidade. "Uma das premissas do nosso grupo é devolver à sociedade parte do que investimos", diz. De acordo com o diretor, o acordo foi feito rapidamente. "Em menos de um mês aprovamos com o conselho o acordo com a Polícia Militar por entendermos que a comunidade seria a maior beneficiada", explica. "Como diz o nosso mote, somos uma família a serviço das famílias", finaliza.
Para moradores e oficiais da região, doação aproximará comunidade e policiais
O Grupo Hirota doou na manhã desta terça-feira quatro bicicletas para a Base Comunitária da Polícia Militar do bairro Vila Gumercindo. Os veículos, adaptados especialmente para o uso militar, serão utilizados na patrulha da região, que já conta com uma viatura. De acordo com o Coronel Edvaldo Sertório do Amaral, comandante da região sudoeste da capital, as bicicletas chegaram em boa hora. "Vamos dar mais atenção aos moradores da região, com uma atenção especial às áreas inalcançáveis por carros", diz. Parte do efetivo de 17 policiais já começou as atividades com as novas bicicletas.
A ideia de conseguir bicicletas para a Vila Gumercindo veio do Sargento Rogério Godoy Ferreira, responsável pela base comunitária há dois anos. "Sempre vimos pessoas andando de bicicleta, famílias e crianças", diz. "Queríamos fazer um tipo de patrulhamento que aproximasse os policiais da comunidade", explica. E deu certo.
O casal Erica de Jesus Cristo e Helio Venâncio, pais da pequena Isabela, de seis meses, notaram a diferença. "Quando os policiais passam de bicicleta ficamos mais confortáveis de nos aproximar, de conversar", conta Erica. "É muito melhor porque eles passam mais lentamente, conversam com as pessoas e prestam atenção nos detalhes", diz Helio. Os dois moram na região há 11 anos e trabalham com um serviço de buffet.
Os policiais também elogiaram a doação. O Soldado Alex Mari Trevisan, há um ano trabalhando na base comunitária, não via a hora de poder fazer mais exercícios. "Ficamos, por vezes, 10 horas sentado numa patrulha", diz. "Agora, vamos poder trabalhar e nos exercitar ao mesmo tempo." Alex está encarregado nesta quarta-feira de fazer a patrulha com uma das novas bicicletas.
O soldado Fernando Henrique dos Santos, há quatro meses na base, diz que as pessoas se sentem muito mais próximas do policial que anda de bicicleta. "A criançada adora", brinca. Dona Floripe Duque Fagundes concorda. Há 33 anos na região, ela diz que o contato com a bicicleta é excelente. "O corpo a corpo com os oficiais é bem maior, a sensação de segurança aumenta", diz.
De acordo com o Cel. Sertório, essa é a segunda região de São Paulo a receber bicicletas especiais para a Polícia Militar. "Já temos uma operação no bairro do Ipiranga e agora começamos na Vila Gumercindo", diz. "A doação vai nos ajudar a trabalhar melhor pela comunidade."
Para Carlos Alberto André, diretor comercial do Grupo Hirota, a doação representa uma continuidade do envolvimento da empresa com a comunidade. "Uma das premissas do nosso grupo é devolver à sociedade parte do que investimos", diz. De acordo com o diretor, o acordo foi feito rapidamente. "Em menos de um mês aprovamos com o conselho o acordo com a Polícia Militar por entendermos que a comunidade seria a maior beneficiada", explica. "Como diz o nosso mote, somos uma família a serviço das famílias", finaliza.
Polícia ciclística da PM ganha 10 bicicletas do MPT
Acordo com empresas que descumpriam normas trabalhistas possibilitou doações
O Ministério Público do Trabalho (MPT) em Goiás entregou dez bicicletas para a 9ª Companhia Independente de Polícia Militar (9ª CIPM). A solenidade de entrega ocorreu no último dia 9 de junho, no auditório da sede do MPT em Goiás e foi coordenada pela procuradora-chefe do MPT em Goiás, Janilda Guimarães de Lima.
A doação é resultado de um acordo com empresas que descumpriam normas trabalhistas. “Nós só temos a agradecer ao Ministério Público do Trabalho por mais essa doação. As multas em ações trabalhistas estão retornando em situações concretas, para a comunidade como um todo”, disse o Capitão Cardoso, comandante da 9ª CIPM.
De acordo com ele, as bicicletas já estão ajudando no policiamento da cidade, principalmente na região dos parques. Explicou ainda que elas foram recentemente utilizadas no patrulhamento da Rodovia dos Romeiros durante a festa do Divino Espírito Santo, em Trindade-GO.
PM de Tubarão passa a contar com auxílio da bike patrulha

Desde ontem, quem passa pelas ruas de Tubarão_ Santa Catarina, pôde perceber algo diferente. Isso porque a Polícia Militar (PM) da cidade está atuando com a bike patrulha. A modalidade de policiamento ostensivo é executada com o auxílio de bicicletas. A ideia é que haja maior interação com o cidadão e oferecer a possibilidade de cobrir uma área até quatro vezes maior que a verificada no policiamento ostensivo a pé.
A novidade, segundo a assessoria da PM de Tubarão, foi possibilitada após reforço no efetivo policial. Inicialmente, serão duas duplas de policiais por dia que estarão atuando, principalmente na área central da cidade e em locais de grande circulação de pessoas. Com essa modalidade, amplia-se o raio de ação do policiamento ostensivo, aumentando a sensação de segurança, a pró-atividade, diminuindo a violência e desordem, resultando no aumento dos indicadores positivos.
A novidade, segundo a assessoria da PM de Tubarão, foi possibilitada após reforço no efetivo policial. Inicialmente, serão duas duplas de policiais por dia que estarão atuando, principalmente na área central da cidade e em locais de grande circulação de pessoas. Com essa modalidade, amplia-se o raio de ação do policiamento ostensivo, aumentando a sensação de segurança, a pró-atividade, diminuindo a violência e desordem, resultando no aumento dos indicadores positivos.
Valdemir afirma que ciclopatrulha reforça ações e aproxima população da GM
O vereador Valdemir Soares (PRB) cumprimentou os guardas municipais que atuam na ciclopatrulha durante comemoração dos 28 anos da corporação , em Curitiba. Ele conheceu os novos equipamentos usados para ronda e afirmou que o trabalho reforça o patrulhamento. “As bicicletas têm rotas diferente das feitas pelas viaturas e motocicletas, além de prevenir e aproximar a população,” analisa Valdemir.
Na ocasião, o prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet destacou investimentos à corporação.“A Guarda Municipal está sendo fortalecida com a melhoria de seus serviços e equipamentos, cursos de atualização e integração com outras forças de segurança”, disse Fruet.
No mês passado, novas bicicletas equipadas foram entregues com kit de primeiros socorros e o número de chamado da Guarda, o 153. Os guardas atuam com colete à prova de bala, capacete, óculos, luvas, tênis, cinturão com arma, equipamentos não-letais (spray de pimenta e bastão) e algema.
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
Guerra dia Machines paz

Um soldado alemão em um pedal improvisados bicicletas estacionárias, soprando gerador de energia que ilumina as trincheiras. Em outra imagem, bersaglieris desfile em suas montarias nas brumas do ferro paralela à margem de um rio. Durante a Segunda Guerra Mundial, que começou há cem anos, a bicicleta era um transporte essencial.
Eram outros tempos: os motores dos carros eram muito confiáveis, decadente cavalo como arma de guerra e fazer a informação viaja entre a frente ea parte de trás foi um desafio para os corajosos. Então, a moto sofreu uma idade de ouro: era uma forma barata e rápida de mobilizar tropas, recebendo o e-mail, salvar o terreno ... e para manter os telescópios.
O uso da bicicleta em teatros de guerra anterior à Grande Guerra . Quase meio século antes tinha sido testado na Guerra Franco-Prussiana (1870), embora não tenha sido, até 1899, na Segunda Guerra Mundial Boer , quando seu uso se espalhou para transportar material ou monitoramento de trilhos de trem . A estréia promissora para uma indústria com fome de novas máquinas e técnicas.
A França introduziu a bike no Exército em 1887, e na Inglaterra e na Alemanha foram rápidos a fazer o mesmo
No século XIX, havia também os primeiros batalhões ciclista. A França introduziu a bike no Exército em 1887, e na Inglaterra e na Alemanha foram rápidos a fazer o mesmo. Acompanhado dele para impulsionar o progresso técnico-militar: a bike estava um laboratório sobre duas rodas, onde os protótipos que vão desde a sofisticação duvidosa (bikes com armas construídas) e as soluções engenhosas para bater o tempo (bicicleta dobrável).
A bike sobreviveu a Grande Guerra, mas aos poucos foram substituídos por regimentos motorizados. Apesar de sua lenta agonia, durante bicicletas Guerra Mundial, refinados e mais leves, desempenhou um papel importante, sobreviveu ao longo do século e até mesmo além: o último batalhão a desaparecer foi o suíço no início dos anos s. XXI.
A primeira bicicleta dobrável, usada durante a Grande Guerra, é a avó do atual
O legado dessas bikes sobrevive apesar dos contratempos em alguns dos projetos atuais. A primeira bicicleta dobrável fabricado em série, amplamente utilizada durante a Grande Guerra, é a avó de muitos presentes. E o modelo desenhado por Bianchi em 1912 para as tropas italianas, incluindo a suspensão traseira, que é uma mais honroso do mountain bike hoje ancestral.
Frente para trás
Ninguém sabe exatamente quantas bicicletas foram utilizados durante a guerra, mas os especialistas falam de centenas de milhares. Uma figura extraordinária, ainda mais considerando o número limitado de tecnologias de ponta presença militares, como aviões ou tanques de nós vivemos na imaginação da guerra.
O uso de bicicletas nas frentes de frente-estacionário, onde a desorientação e fadiga por tédio eram freqüentes, foi variada. Era um meio leve, rápido e acima de tudo silencioso. Jim Fitzpatrick, autora de uma bicicleta história militar documentado , ele conta como um grupo de ciclistas soldados aliados mataram dois mensageiros alemães em uma motocicleta. A vantagem do silêncio.
Ninguém sabe quantas bicicletas foram utilizadas durante a guerra, mas os especialistas falam de centenas de milhares
A bike era um objeto onipresente. Nas batalhas famosas como Gallipoli , mas também na parte traseira, onde a população, que mal vivia em economia de guerra total, não só a escassez de alimentos, mas sofreram também combustível. Além disso, a bicicleta constitui um pedido de recrutamento, especialmente após os primeiros assassinatos. "Você gosta de andar de bicicleta?Por que não pedalar ao rei? Recrutas são procurados. Inclui bicicleta ", ler um cartaz britânico da época.
A indústria feroz e competitivo
Nos 30 anos anteriores à eclosão da guerra, um conflito no qual 10 milhões de pessoas morreram, a bike pulou para diariamente significa invenção extravagante entre os trabalhadores urbanos e moradores rurais. Também para os militares. Em 1908, um capitão britânico elogiou em detalhes em um documento oficial o "poder da bicicleta como fator estratégico e tático."
O papel dos ciclistas batalhões mudou ao longo da guerra. Durante os primeiros meses, a guerra facilitou o seu trabalho (o primeiro soldado britânico foi morto um olheiro ciclista, 21 de agosto, 1914), mas, quando as linhas são frentes e tornou-se guerra de posição estática que assumiu, os corpos dos ciclistas tiveram que resignar-se a meras funções de infantaria.
O primeiro soldado britânico foi morto um navegador ciclista
A Grande Guerra foi decidido nas trincheiras, no ar, no mar e nos jornais. Foi uma guerra total.Mas também, e os políticos nos Estados sabia o papel da tecnologia e do comércio era uma questão vital para a vitória. Reino Unido e Alemanha são, então, contestou a supremacia no mercado mundial em geral, e na produção de bicicletas em particular.
Dinamarca, Japão, Argentina ... A bike era o comércio global. Ambas as potências econômicas do mesmo vendeu três continentes. Claro, os britânicos pensaram suas bicicletas eram os melhores, e os alemães contrário. Uma vez que briga, a propaganda que infectou o zeitgeist.Nem bicicleta, humilde e objeto inofensivo, pois nunca seria um tanque, que era seguro.
A última vontade do soldado
A bike era uma fonte indireta de histórias de guerra. Havia soldados que morreram para eles e enviados soldados mortos em uma dessas selas, lápides duras. Muitos também foram salvos pela velocidade das bicicletas-ambulâncias, tipo de passistas paralelas onde uma maca para o ferido foi inserido.
Nós não temos acesso à mente dos soldados, mas suas letras, que os sobreviventes. Uma das centenas de milhares de pessoas foi a de Joseph Ditchburn, British Segundo Batalhão Durham .Era agosto de 1914 e a corrida já começou. Ditchburn escreveu para sua mãe para lhe dizer em breve entrar em combate. Ele o fez, e logo depois morreu. Entre seus últimos desejos era o desejo de enfeitar sua bicicleta: "É uma grande máquina e ela vai."
BIKES ao Outubro Vermelho
Em 1917, um ano antes do fim da Grande Guerra, a Rússia tinha a sua própria agitação interna: Dez dias que abalaram o mundo e que era batalhão ciclista ativo defendendo o Governo Provisório da ameaça bolchevique. Durante o assalto ao Palácio de Inverno em São Petersburgo, partidários de Lenin e Trotsky foram atendidas por uma resistência heterogênea. Entre os adversários, além de um batalhão de mulheres, diz grupo de ciclistas soldados, que após a primeira hesitação, deserta e passou as forças vermelhas. A Revolução de Outubro foi começando a ter sucesso
O Met durante a Primeira Guerra Mundial

Hoje, o Serviço de Polícia Metropolitana lembra os 100 anos desde a Primeira Guerra Mundial quando começou.
Para marcar os sacrifícios da Grande Guerra, os oficiais foram realizar serviços em toda Londres para honrar seus camaradas caídos os policiais que assumiam as funções de servir ao esforço de guerra.
Falando esta manhã, o vice-comissário Craig Mackey, disse: "A Polícia Metropolitana é orgulhoso e honrado de lembrar de todos aqueles que caíram durante a Primeira Guerra Mundial, incluindo um número de policiais O seu sacrifício ajudou a moldar o mundo que herdamos deles e. as liberdades que nós tantas vezes tomam para concedido. estamos sempre em sua dívida. "
Nossas contas arquivados mostrar como o Met entrou em ação e se tornou a primeira força armada em operação para a segurança dos londrinos e do país em geral. Ao longo dos próximos dias vamos apresentar histórias individuais dos arquivos, ao lado de uma visão sobre o planejamento e medidas especiais a Met assumiu durante o conflito.
No final de 1913, o Met começou a fazer os preparativos para o que viria a se tornar um dos maiores conflitos da história. Poucos perceberam as conseqüências dos preparativos e muitos acreditavam que a guerra era inconcebível. As primeiras entradas arquivadas detidos pelo Centro do Patrimônio da Met, descreve os movimentos de oficiais, em preparação para uma possível guerra que ocorre duas semanas após o tiroteio do arquiduque Franz Ferdinand em 28 de junho 1914 em Sarajevo.
Os registros policiais mostram que, em 11 de julho de 1914 mais 35 policiais foram transferidos para a Scotland Yard, 16 oficiais a divisão 'K' (que hoje é Limehouse, West Ham, Plaistow, Barking e Dagenham boroughs), 152 funcionários foram transferidos para 'N "divisão (hoje conhecido como Islington) e 128 da Woolwich Doca Yard.
Naquela época, o Met foi responsável pelo policiamento estaleiros de Sua Majestade George V em todo o país. No entanto, logo que a guerra foi declarada eles foram reforçados com mais de 1.000 policiais extras das divisões em Londres que provaram uma operação logística enorme. Além do dever da polícia responsabilidades policiais adicionais normais nos estaleiros incluído segurança, prevenção de espionagem, evitando a perda de lojas HM, completando o serviço de bombeiros, e o controle de doenças entre mulher na comunidade em torno dos estaleiros.
Outras instalações nos arredores de Londres que exigiam a presença da polícia incluído estações de recrutamento, fábricas de fábricas de munições e uniformes. Lloyd George e Winston Churchill, sucessivos Ministros da Munições, pediu mulheres oficiais uniformizados do Serviço de Polícia da Mulher para supervisionar mulheres munições trabalhadores em 1915 que abriu o caminho para as mulheres no serviço policial a ser dada maior consideração.
Divisão Especial
Divisão Especial foi encarregado de 1913 para monitorar um número de agentes estrangeiros em todo o país. A vigilância constante nunca foi relaxado apesar de muitos policiais envolvidos não sabia o verdadeiro propósito de suas observações. Um dossiê de supostos agentes inimigos logo foi traçado descobrir a rede de espionagem da Kaiser.
Durante duas semanas antes da guerra ser declarada, Divisão Especial foram colocados em 'standby constante', onde nenhum oficial se atreveu mesmo a escorregar e volta para um café sem informar o seu superior imediato do local exato em que ele poderia ser encontrado. No último golpe de Big Ben à meia-noite em 4 de Agosto de 1914, Divisão Especial foram enviados em ação. Dentro de 12 horas de guerra ser declarada, os policiais prenderam 500 agentes secretos e irrevogavelmente quebrou o sistema de espionagem alemão na Grã-Bretanha.
Recordando Oficiais Reformados
Gravado em 5 de agosto de 1914, ordens da polícia descrever como os oficiais que já havia servido na Marinha Real foram, então, re-chamado para o serviço, além de novos reservistas que foram chamados de volta para o exército. No total, 1.019 funcionários na lista de reserva foram re-convocados para as "cores". O Met começou oficiais re-chamada que havia se aposentado em suas pensões, de volta ao serviço ativo da polícia.
Para compensar a perda de mão de obra pensionistas 1.200 policiais foram convocados para o serviço em 1914 e 24.000 Especiais foram criados para a proteção de locais vulneráveis e outros direitos. Com essas medidas como uma necessidade, os agentes foram temporariamente impedidos de se aposentar da polícia. O último PC a se aposentar em pensão antes da guerra eclodiu se aposentou em 01 de agosto de 1914 e foi concedida uma pensão de £ 60 30s 3d por ano. Sua aposentadoria foi curta como ele foi re-chamada no dia 6 de agosto. Não foi até 1919, quando os policiais regulares estavam retornando de linha de frente, que era possível dispensar os serviços dos pensionistas da polícia.
350 sargentos e policiais que foram experimentados em broca foram enviados para os militares como instrutores para o novo exército. No final de 1916, 19 ainda estavam por empréstimo. No total, 4.027 funcionários eram ou re-chamada ou se ofereceram para os militares. Não teria havido muitos voluntários oficial mais dispostos, porém, um bloco no recrutamento foi aplicada como policiamento em Londres tornou-se esticado.
Há alguns meses sobre a partir de agosto 1914 viu os primeiros 11 policiais mortos em ação registrado no entanto logo o fio de nomes tornou-se uma inundação, deixando muitas viúvas de polícia e seus filhos em situação de pobreza. Colegas de trabalho ainda em Londres, concordou com um fundo de dificuldades e paga uma taxa de 1d por semana para apoiar as viúvas e os órfãos, com as primeiras doações feitas em 9 de outubro de 1914. Grants entre £ 2 e £ 3 foram atribuídos a cada pessoa. Ao todo, 360 policiais seriam mortos em ação durante o conflito.
Entre 10 de janeiro de 1915 e 21 de Agosto de 1918, como resultado de ar hostil invade o Met entrou em ação em 65 ocasiões. A defesa de ataques aéreos permaneceu em grande parte da responsabilidade da polícia como eles iam para o seu negócio todos os dias.
Considerado como uma força leal de mais de 18.000 oficiais do Met foram seria fortemente invocado para apoiar o esforço de guerra através das muitas habilidades e atributos a organização teve e continua a ter hoje. Vários oficiais podia falar outra língua e já foram utilizados para a classificação e vida disciplinada que os militares proporciona. Muitos oficiais já havia servido no exército e estavam em listas de reserva com o seu espírito de resistência assistida através do seu nível de aptidão, que permanece até hoje um padrão, com 97 por cento dos funcionários que passam o teste de aptidão anual.
A Ordem Serviços Distintos (DSO), a Cruz Militar (CM) ea Medalha de Conduta distinto (DCM) estavam entre as 337 medalhas, alguns com barras que foram atribuídos aos Oficiais de Polícia Metropolitana, durante a guerra por sua bravura.

Hoje, o Serviço de Polícia Metropolitana lembra os 100 anos desde a Primeira Guerra Mundial quando começou.
Para marcar os sacrifícios da Grande Guerra, os oficiais foram realizar serviços em toda Londres para honrar seus camaradas caídos os policiais que assumiam as funções de servir ao esforço de guerra.
Falando esta manhã, o vice-comissário Craig Mackey, disse: "A Polícia Metropolitana é orgulhoso e honrado de lembrar de todos aqueles que caíram durante a Primeira Guerra Mundial, incluindo um número de policiais O seu sacrifício ajudou a moldar o mundo que herdamos deles e. as liberdades que nós tantas vezes tomam para concedido. estamos sempre em sua dívida. "
Nossas contas arquivados mostrar como o Met entrou em ação e se tornou a primeira força armada em operação para a segurança dos londrinos e do país em geral. Ao longo dos próximos dias vamos apresentar histórias individuais dos arquivos, ao lado de uma visão sobre o planejamento e medidas especiais a Met assumiu durante o conflito.
No final de 1913, o Met começou a fazer os preparativos para o que viria a se tornar um dos maiores conflitos da história. Poucos perceberam as conseqüências dos preparativos e muitos acreditavam que a guerra era inconcebível. As primeiras entradas arquivadas detidos pelo Centro do Patrimônio da Met, descreve os movimentos de oficiais, em preparação para uma possível guerra que ocorre duas semanas após o tiroteio do arquiduque Franz Ferdinand em 28 de junho 1914 em Sarajevo.
Os registros policiais mostram que, em 11 de julho de 1914 mais 35 policiais foram transferidos para a Scotland Yard, 16 oficiais a divisão 'K' (que hoje é Limehouse, West Ham, Plaistow, Barking e Dagenham boroughs), 152 funcionários foram transferidos para 'N "divisão (hoje conhecido como Islington) e 128 da Woolwich Doca Yard.
Naquela época, o Met foi responsável pelo policiamento estaleiros de Sua Majestade George V em todo o país. No entanto, logo que a guerra foi declarada eles foram reforçados com mais de 1.000 policiais extras das divisões em Londres que provaram uma operação logística enorme. Além do dever da polícia responsabilidades policiais adicionais normais nos estaleiros incluído segurança, prevenção de espionagem, evitando a perda de lojas HM, completando o serviço de bombeiros, e o controle de doenças entre mulher na comunidade em torno dos estaleiros.
Outras instalações nos arredores de Londres que exigiam a presença da polícia incluído estações de recrutamento, fábricas de fábricas de munições e uniformes. Lloyd George e Winston Churchill, sucessivos Ministros da Munições, pediu mulheres oficiais uniformizados do Serviço de Polícia da Mulher para supervisionar mulheres munições trabalhadores em 1915 que abriu o caminho para as mulheres no serviço policial a ser dada maior consideração.
Divisão Especial
Divisão Especial foi encarregado de 1913 para monitorar um número de agentes estrangeiros em todo o país. A vigilância constante nunca foi relaxado apesar de muitos policiais envolvidos não sabia o verdadeiro propósito de suas observações. Um dossiê de supostos agentes inimigos logo foi traçado descobrir a rede de espionagem da Kaiser.
Durante duas semanas antes da guerra ser declarada, Divisão Especial foram colocados em 'standby constante', onde nenhum oficial se atreveu mesmo a escorregar e volta para um café sem informar o seu superior imediato do local exato em que ele poderia ser encontrado. No último golpe de Big Ben à meia-noite em 4 de Agosto de 1914, Divisão Especial foram enviados em ação. Dentro de 12 horas de guerra ser declarada, os policiais prenderam 500 agentes secretos e irrevogavelmente quebrou o sistema de espionagem alemão na Grã-Bretanha.
Recordando Oficiais Reformados
Gravado em 5 de agosto de 1914, ordens da polícia descrever como os oficiais que já havia servido na Marinha Real foram, então, re-chamado para o serviço, além de novos reservistas que foram chamados de volta para o exército. No total, 1.019 funcionários na lista de reserva foram re-convocados para as "cores". O Met começou oficiais re-chamada que havia se aposentado em suas pensões, de volta ao serviço ativo da polícia.
Para compensar a perda de mão de obra pensionistas 1.200 policiais foram convocados para o serviço em 1914 e 24.000 Especiais foram criados para a proteção de locais vulneráveis e outros direitos. Com essas medidas como uma necessidade, os agentes foram temporariamente impedidos de se aposentar da polícia. O último PC a se aposentar em pensão antes da guerra eclodiu se aposentou em 01 de agosto de 1914 e foi concedida uma pensão de £ 60 30s 3d por ano. Sua aposentadoria foi curta como ele foi re-chamada no dia 6 de agosto. Não foi até 1919, quando os policiais regulares estavam retornando de linha de frente, que era possível dispensar os serviços dos pensionistas da polícia.
350 sargentos e policiais que foram experimentados em broca foram enviados para os militares como instrutores para o novo exército. No final de 1916, 19 ainda estavam por empréstimo. No total, 4.027 funcionários eram ou re-chamada ou se ofereceram para os militares. Não teria havido muitos voluntários oficial mais dispostos, porém, um bloco no recrutamento foi aplicada como policiamento em Londres tornou-se esticado.
Há alguns meses sobre a partir de agosto 1914 viu os primeiros 11 policiais mortos em ação registrado no entanto logo o fio de nomes tornou-se uma inundação, deixando muitas viúvas de polícia e seus filhos em situação de pobreza. Colegas de trabalho ainda em Londres, concordou com um fundo de dificuldades e paga uma taxa de 1d por semana para apoiar as viúvas e os órfãos, com as primeiras doações feitas em 9 de outubro de 1914. Grants entre £ 2 e £ 3 foram atribuídos a cada pessoa. Ao todo, 360 policiais seriam mortos em ação durante o conflito.
Entre 10 de janeiro de 1915 e 21 de Agosto de 1918, como resultado de ar hostil invade o Met entrou em ação em 65 ocasiões. A defesa de ataques aéreos permaneceu em grande parte da responsabilidade da polícia como eles iam para o seu negócio todos os dias.
Considerado como uma força leal de mais de 18.000 oficiais do Met foram seria fortemente invocado para apoiar o esforço de guerra através das muitas habilidades e atributos a organização teve e continua a ter hoje. Vários oficiais podia falar outra língua e já foram utilizados para a classificação e vida disciplinada que os militares proporciona. Muitos oficiais já havia servido no exército e estavam em listas de reserva com o seu espírito de resistência assistida através do seu nível de aptidão, que permanece até hoje um padrão, com 97 por cento dos funcionários que passam o teste de aptidão anual.
A Ordem Serviços Distintos (DSO), a Cruz Militar (CM) ea Medalha de Conduta distinto (DCM) estavam entre as 337 medalhas, alguns com barras que foram atribuídos aos Oficiais de Polícia Metropolitana, durante a guerra por sua bravura.
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