sexta-feira, 29 de maio de 2015

Rio lança projeto para ampliar ciclopatrulha

Pontos de grande movimentação de pedestres e ciclistas receberão reforços

Foto:Reprodução
O Rio de Janeiro vai ganhar mais 500 bicicletas para o patrulhamento da Polícia Militar (PM). O anúncio foi feito pelo chefe de Planejamento da PM, major Alexandre Leite, que participou  da audiência pública na Comissão de Segurança Pública e Assuntos de Polícia da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), que discutiu a violência contra ciclistas.
O debate ocorre um dia depois da Alerj aprovar, em primeira votação, o projeto de lei que cria a tipificação do crime de roubo de bicicleta.
De acordo com o major, o policiamento com o uso de bicicleta é feito desde 2012. “Temos algumas turmas já formadas, alguns policiais já estão em atuação, principalmente, no Batalhão de Turismo e há um projeto de ampliação desse trabalho com a aquisição de mais 500 bicicletas. As áreas serão definidas pelo planejamento estratégico da PM”.
De acordo com a Polícia Militar, o ciclopatrulhamento é empregado para “reforçar pontos com grande movimento de pedestres”, como as orlas de Copacabana, Leblon e Ipanema, o Aterro do Flamengo, o entorno do Cristo Redentor, a Lagoa Rodrigo de Freitas e o centro da cidade.
O presidente da Comissão de Segurança no Ciclismo da Cidade do Rio, Raphael Pazos, aprova a iniciativa. “Apenas um policial em cima de uma bicicleta consegue pegar um ladrão roubando uma bicicleta”, disse. “Porque na hora de fugir, carro não pega, moto não pega, cavalo não pega. Só pega um ladrão em cima de uma bicicleta se tiver um policial em cima de uma bicicleta”, acrescentou.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Após onda de assaltos, Polícia Militar vai implantar patrulhamento especial em áreas de lazer

Além da Lagoa e entorno, projeto quer levar policiamento de proximidade ao Centro, Aterro do Flamengo e Quinta da Boa Vista                                                                                                                                                                                                 

PMs de bicicleta já podiam ser vistos na quarta-feira, um dia após 
ataque a médico - Márcia Foletto / Agência O Globo (20/05/2015)
RIO — O entorno da Lagoa Rodrigo de Freitas e seus parques vão ganhar um novo tipo de patrulhamento. O anúncio foi feito nesta quinta-feira pelo comandante geral da PM, coronel Alberto Pinheiro Neto, dois dias depois do ataque ao cardiologista Jaime Gold, de 57 anos, que acabou morrendo ao ser esfaqueado por assaltantes. O oficial, que na noite de quarta-feira esteve reunido com o governador Luiz Fernando Pezão e o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, disse que está fazendo um estudo para criar na Lagoa um policiamento sustentável, localizado e com um efetivo dedicado à região. A intenção é levar para o lugar o patrulhamento de proximidade, adaptado para um parque, com policiais fixos dentro da escala de plantão. O projeto será estendido também para o Centro, Aterro do Flamengo e Quinta da Boa Vista.
O plano prevê a divisão da Lagoa e arredores em quadrantes, com um capitão responsável pela região, além de um tenente e policiais responsáveis pelo território. Os agentes receberão informações dos frequentadores dos parques sobre ações suspeitas por meio de telefones.
— Em horários e pico de frequência teremos um suporte maior de policiais. Vamos esquadrinhar a Lagoa, identificando pontos vulneráveis — disse.
         

11º Batalhão retoma policiamento com bicicleta 

Foto PMERJ

O policiamento será aplicado em Nova Friburgo, destinado ao calçadão da avenida às margens do rio Bengalas, buscando a segurança e prevenção de delitos contra caminhantes e estudantes que utilizam aquela via. As praças Getúlio Vargas e Dermeval Barbosa Moreira também farão parte deste patrulhamento.

terça-feira, 19 de maio de 2015

PM inaugura Patrulhamento com bicicletas, em Araruama 

 
  policiais_araruama_bicicleta_patrulhamento
 
 
Na última segunda feira, o 25° BPM de Araruama inaugurou o patrulhamento com bicicletas. De acordo com o Comandante da PM, quatro agentes irão fazer o policiamento dos bairros do Centro, Praça João Hélio e adjacência e a orla do bairro Pontinha. Depois de avaliar a região o Comandante da Polícia Militar
 
implantou o sistema, em caráter experimental,  visando diminuir a criminalidade no município.
Segundo informou o Comando serão observado o sistema de policiamento para análise e orientações de eventuais ajustes nos horários do policiamento com bicicletas que, inicialmente, funcionará de segunda à sexta, das 10 às 18 horas.
A área de atuação dos policiais foi decidida de acordo com a geografia da cidade. Segundo a PM, a praça João Hélio e Orla da Pontinha possuem locais por onde não é possível transitar com veículos e ainda são áreas extensas para serem policiadas a pé.
O trânsito intenso de veículos em determinados horários no Centro da Cidade também limita a ação ostensiva dos auto motores. Neste policiamento é utilizado uniformes característico, desenvolvido pela PMERJ, segundo padrões internacionais de ostensividade e bem adaptado ao clima tropical. A PM ainda informou que novas equipes poderão serem utilizadas em Araruama.

Em três meses, policiamento ciclístico no Guará registra 48 crimes

Segundo a PM, as ocorrências puderam ser constatadas graças à atuação mais ostensiva do patrulhamento com bicicleta que começou na região no fim de janeiro
  
Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília Em três meses, policiamento ciclístico no Guará registra 48 crimes
Desde o início do policiamento ciclístico no Guará — no fim de janeiro deste ano — até o mês passado, 11 militares que fazem patrulhamento com bicicleta na região administrativa registraram 48 crimes. Na avaliação da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), esses delitos puderam ser identificados graças à atuação mais ostensiva desses policiais.
Com 24 prisões, o uso ou porte de drogas foi a ocorrência com maior número de registros. Em seguida, aparecem seis casos de ameaça à vida e integridade física e quatro lesões corporais, além de outros quatro relatos de agressões a mulheres enquadrados na Lei Maria da Penha. Completam a lista mais quatro furtos a interior de veículos, três roubos a automóveis, dois assaltos a residências e um caso de tráfico de drogas.
"Quanto mais abordagens forem feitas, mais casos serão constatados. Não quer dizer necessariamente que a região está mais perigosa, mas, sim, que houve esse incremento no modo de atuar", explica o comandante do 4º Batalhão de Polícia Militar, tenente-coronel André Luiz Pinheiro Borges. Segundo ele, a iniciativa é pioneira no DF e já existem estudos para levá-la a outras regiões.
Diariamente, os policiais percorrem cerca de 30 quilômetros em busca de atitudes suspeitas, com prioridade para áreas de grande circulação de pessoas e veículos. De acordo com a PM, o trabalho da patrulha com bicicleta permite o acesso a espaços onde os carros não chegam com facilidade, como o Parque Ezechias Heringer, entrequadras e vias sem pavimentação.
O policiamento ciclístico é feito do Setor de Indústria e Abastecimento (SIA) até a saída do Guará II, na via que leva à Estrada Parque Guará (EPGU). Nesse percurso, alguns trechos recebem atenção especial: a QI 7, devido à concentração de agências bancárias; a QE 40, em virtude do alto registro de crimes; e as escolas públicas e particulares, para preservar a entrada e a saída dos estudantes.
Sensação de mais segurançaPara as empresárias Rosilene Pereira, de 33 anos, e Kelly Teixeira, de 32, a sensação de segurança aumentou. "Numa escala de zero a 10, na qual zero é mais perigoso e 10 é extremamente seguro, a cidade está entre 7 e 8", avalia Rosilene. Kelly, que sempre morou na região, costuma se exercitar na pista de cooper e percorrer o local para atividades cotidianas. "Existem muitos becos por aqui. Ver policiais transitando por esses lugares inibe a presença de pessoas mal-intencionadas", complementa.
Morador da região administrativa há dois anos, o professor Giovane Marcel, de 37 anos, deixou a Asa Sul em busca de um lugar que proporcionasse distanciamento da violência e da criminalidade. "Sempre é possível melhorar no aspecto segurança, mas a iniciativa de utilizar a bicicleta como equipamento voltado à atividade policial dá maior aproximação da PM com a comunidade", opina.
  
ACESSIBILIDADE

Bike Patrulha e Base Comunitária Móvel reforçam segurança no Centro



Equipes da Bike Patrulha, Base Comunitária Móvel e Moto Patrulha são ferramentas importantes na redução da criminalidade

Comerciantes da área central aprovam o empenho e o esforço na área de segurança pública efetivado pelo projeto Bike Patrulha em parceria com a equipe da Base Comunitária Móvel, serviços policiais que buscam a integração e a parceria da comunidade, unindo esforços para coibir o crime e a sensação de insegurança.
O empresário Orlando Ribeiro pondera que o auxílio preventivo de segurança é de extrema importância para a prevenção de delitos neste local, pois os bike-patrulheiros são mais ágeis, principalmente em situações de congestionamento no trânsito, transitando entre os veículos com facilidade.
Ribeiro relata que a Bike Patrulha e a Base Comunitária Móvel têm obtido bons resultados para a área central durante o horário comercial. “Com a eficácia e agilidade dos policiais militares nas rondas diárias, a prevenção de delitos tem como foco a redução dos índices de crimes, promovendo a sensação de segurança, especialmente, nessa área com alta densidade comercial”, ressaltou.
Orlando destaca que, com a parceria da Bike Patrulha e da Base Comunitária Móvel, os policiais militares conseguem chegar a determinados locais inacessíveis para viaturas, proporcionando abordagem surpresa e obtendo êxito no patrulhamento preventivo. “Tive a informação de que também há a Base Comunitária Móvel atuando nos bairros periféricos e a Bike Patrulha realizando rondas em outros bairros. Com o sistema de Olho Vivo unindo esforços com a Bike Patrulha, Base Comunitária Móvel e a parceria da comunidade, é possível antecipar e atacar as causas do ciclo da violência e da criminalidade”, relatou.
Equipe – A Base Comunitária Móvel é composta pela coordenadora do Núcleo de Prevenção Ativa, tenente PM Jennifer Coelho de Almeida; comandante da Base Comunitária Móvel, sargento PM Maraíldes Helena Borges Dolinski; a comandante do Pelotão, cabo PM Mariana; soldado PM Angélica e soldado PM Fagner. Equipe da Bike Patrulha: soldado PM Trindade e soldado PM Moreira; e Moto Patrulha, soldado PM Xavier. O comandante da 5ª Região da Polícia Militar, coronel PM Laércio dos Reis Gomes, comandante do 4º Batalhão de Polícia Militar, tenente-coronel PM Waldimir Soares Ferreira e tenente PM Cintra. (SN) 

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Ciclista também precisa pedalar com segurança

A arte explicativa foi publicada no jornal Diário Catarinense (diariocatarinense.clicrbs.com.br) na semana passada e diz muito. Mostra que para pedalar com segurança o ciclista deve seguir uma série de regras. Muitas delas estão previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Outras são comportamentais. Confira:


http://www.rodaverde.com.br/site/wp-content/uploads/2013/09/bike_ciclista.jpg

Luz de segurança para policiamento ciclístico noturno

    
Luz de segurança para policiamento ciclístico noturno
Já falamos aqui sobre as vantagens do policiamento ciclístico, uma alternativa bem interessante frente às demandas de mobilidade e de policiamento aproximado por que passam as grandes cidades brasileiras. Uma das resistências a essa modalidade de patrulhamento se refere à vulnerabilidade noturna, relacionados à falta de segurança na disputa de espaço com outros veículos e até mesmo à falta de ostensividade.
O equipamento a seguir, complementando a utilização de luzes de alerta, possui um potencial bem interessante visando a garantia de maior segurança aos policiais ciclistas. É o “Bike Lane Safety Light“, que projeta uma ciclovia imaginária na via para limitar a aproximação de outros veículos. Vejam:

Luz de segurança para policiamento ciclístico noturno
httpv://youtu.be/88LcFmg0qqA

Além das duas lâmpadas que projetam as linhas no chão, o Bike Lane possui a tradicional iluminação alerta de LED (posicionada abaixo do selim). Todo o equipamento é recarregável via USB. O preço? Cerca de 40 dólares – pouco mais que R$120 reais. Vale a pena para polícias que estão implementando o policiamento ciclístico noturno.

Em defesa do Policiamento Ciclístico

    
Policiais ciclistas australianos. Foto: Stan Dalone
Policiais ciclistas australianos. Foto: Stan Dalone

Tradicionalmente, as polícias ostensivas brasileiras não possuem unidade ciclística formalmente estabelecida – uma companhia ou batalhão ciclístico, por exemplo. Diferentemente do policiamento montado, que possui unidades especializadas em provavelmente todas as polícias militares brasileiras, o policiamento ciclístico não guarda qualquer relação com a estrutura operacional do Exército Brasileiro, instituição da qual as PMs são forças auxiliares e ainda possuem muitas semelhanças estruturais (a designação “P1″, “P2″, “P3″ etc é uma adaptação do “S1″, “S2″ e “S3″ do Exército, por exemplo). Nos dias de hoje, entretanto, passou do tempo das polícias brasileiras atentarem para a criação de unidades de policiamento ciclístico, com estrutura organizacional, pessoal especializado e doutrina própria.
Antes de falar de algumas vantagens do policiamento ciclístico, é bom frisar que nenhum vetor de policiamento se basta. A viatura “quatro rodas” possui sérias desvantagens em relação às motocicletas, por exemplo, que já não alcançam as características de uma aeronave, ao tempo que essa não consegue potencializar certos elementos conseguidos com o policiamento a pé. Desse modo, o que aqui discutimos é sobre um potencial muito pouco aproveitado pelas polícias brasileiras, que geralmente privilegiam as viaturas motorizadas. Entendam um pouco mais esse potencial:

Capacidade de permanência e agilidade moderada

O policiamento ciclístico é ideal para o patrulhamento de áreas de média extensão (raio de 2 a até 5 quilômetros). Para atender um chamado a dois quilômetros de distância, policiais em bicicletas chegam em menos de 10 minutos, um tempo razoavelmente adequado se considerarmos a realidade do trânsito em grandes cidades. Mas independentemente do tempo-resposta, as bicicletas possuem como grande vantagem seu potencial de permanência intensa em áreas específicas: um policial não poderá ir muito longe pedalando, e, por isso, a tendência é que lhe sejam designadas áreas com extensão reduzida. Até mesmo a fiscalização e supervisão do policiamento fica facilitada, nesse caso.

Proximidade com a população

Policiais ciclistas canadenses interagindo com a população. Foto: Colin Adland
Policiais ciclistas canadenses interagindo com a população. Foto: Colin Adland
Por essa capacidade de permanência, a tendência é que policiais em bicicletas interajam mais com a população, que terá mais facilidade de reconhecer o policial que faz policiamento naquela região, bem como poderá solicitá-lo com muito mais facilidade do que em uma viatura motorizada. Em unidades policiais que se interessem por aproximação e relacionamento profícuo entre a comunidade e o policial, bicicletas são muito vantajosas.

Privilégio à saúde do policial

Policiais que trabalham com policiamento ciclístico têm a oportunidade de realizar uma atividade saudável durante o serviço, já que a prática ciclística pode queimar mais calorias até mesmo do que a corrida e a natação. Uma boa oportunidade para o policial com sobrepeso.

Veículo “limpo”

Atualmente existe toda uma militância em torno do ciclismo, por se tratar de um meio de transporte relativamente ágil e não agressor do meio ambiente. Diferentemente dos veículos motorizados, a bicicleta não emite gases prejudiciais à atmosfera. Uma grande oportunidade para que as polícias assumam seus compromissos com meios de transporte sustentáveis.

Ostensivamente significativo

O policiamento a pé tem sua capacidade ostensiva bastante restrita no período noturno, além de sua limitação de mobilidade. Ambas restrições são superadas pelo policiamento ciclístico, que utiliza-se de luzes de alerta e é capaz de se movimentar com relativa flexibilidade. O policiamento ciclístico dificilmente não é percebido quando está sendo executado.
***
Essas são algumas das grandes vantagens desse vetor de policiamento, hoje presente em algumas polícias e guardas municipais brasileiras, embora geralmente não “institucionalizadas”, como dissemos, na forma de uma unidade especializada na modalidade. Com a presença de toda essa militância em favor de meios de transporte alternativos, tornar a bicicleta um dos veículos-padrão das polícias ostensivas brasileiras será uma grande oportunidade de ganhar eficiência, contribuir com a preservação do meio ambiente, com a melhoria da saúde dos policiais e se comunicar com a sociedade. Nada que já não seja feito em outros países – com muito sucesso.

quarta-feira, 13 de maio de 2015




Qualidades de uma Polícia em uma 
Sociedade Livre e Democrática
  1. Responsável
A polícia deve reconhecer a natureza e extensão do seu poder discricionário e sempre deve ser responsável perante o povo, seus representantes eleitos, e da lei por suas ações, e ser tão transparente quanto possível na sua tomada de decisão.
  1. Colaborativo
A polícia deve ser capaz de colaborar, conforme o caso, com os membros da comunidade e outras organizações na liquidação de divergências, a escolha de estratégias de policiamento, e resolver problemas de policiamento. Este estilo de colaboração também deve ser aplicada à maneira dos departamentos de polícia serem liderados e geridos. Isso significa que os líderes policiais devem ouvir ativamente a seus policiais e trabalhar com eles na identificação e resolução de problemas de departamento e da comunidade.
  1. Educados e treinados
Todos os policiais com poderes de prisão devem começar sua carreira com uma formação ampla e avançada em ciências e humanidades. O treinamento deve consistir em cursos de treinamento rigoroso e extensivo em um clima de educação de adultos que ensina tanto a ética e as habilidades de policiamento democrático.
  1. Eficaz e preventiva
A marca de um bom departamento de polícia e policiais que trabalham dentro e que eles possam buscar continuamente para lidar com seus trabalhos de forma mais eficaz e justa, enfatizando a prevenção do crime e da desordem e não apenas responder a ela, e aplicação de pesquisa e conhecimento prático, utilizando o problema como métodos de resolução, para esse fim.
  1. Honesto
Honestidade e boa prática a ética são essenciais. A busca e cultivo dessas características a começar com o processo de seleção e continuar ao longo da carreira de um policial. Apenas os candidatos a policiais que demonstrarem boa tomada de decisão tão longe em suas vidas devem ser selecionados.
  1. Modelo de cidadão
Policiais não deve ser apenas policiais bons, mas bons cidadãos, bem como, ter a modelagem dos valores e virtudes de boa cidadania em suas vidas profissionais e pessoais.
  1. Pacificador e protetor
O papel da polícia é, acima de tudo, trabalhe para que se tenha sempre o caminho das forças de paz da comunidade, e não apenas aplicadores da lei ou combatentes do crime. Sua formação, trabalho e todos os valores apontam para a manutenção da paz na comunidade. Como ser o protetor para o sistema de justiça criminal, a polícia deve ver-se como defensores e protetores dos direitos constitucionais e humanos, especialmente para aqueles que não podem defender ou cuidar de si mesmos em nossa sociedade.
  1. Representante
Os membros das organizações policiais devem ser demograficamente representativo das comunidades que servem, tanto porque reflete as oportunidades de emprego justo e porque permite  a polícia a ser mais eficaz na consecução de seus objetivos.
  1. Respeitoso
Policiais devem tratar todas as pessoas com cortesia e respeito incondicional, e estar disposto a ouvir os outros, especialmente para aqueles sem poder social ou estatuto. Da mesma forma, os líderes da polícia devem tratar os trabalhadores com urbanidade e respeito os seus direitos laborais.
  1. Comedido
A preservação da vida deve ser a base para todo o uso da força policial. Os policiais devem continuamente se preparar para usar a força física de forma moderada e adequada, com treinamento especial em sua aplicação para aqueles que são doentes mentais. Força letal deve ser usada apenas como um último recurso e só quando a morte ou ferimentos graves do funcionário ou  de outra pessoa é iminente. Menos que letal a força deve ser preferido sempre que possível.
  1. Líder servo
Cada policial, independentemente da posição, deve, simultaneamente, ser um bom líder e um bom servo, para o público e para a organização da polícia. Os líderes servidores usar sua autoridade e influência para melhorar o bem estar dos outros.
  1. 12.  Imparcial
Apesar de algum preconceito é inerente à natureza humana, os policiais reconhecem que eles podem e devem treinar-se para reduzir os seus preconceitos e lidar com todas as pessoas de forma justa e sem levar em conta sua raça, gênero, etnia, condição sócio-econômica, origem nacional, status de cidadania ou orientação sexual.