sábado, 30 de novembro de 2013

Rotam, CPU e Ciclopatrulha apreendem adolescentes com droga em Guarabira/PB

Adolescentes foram entregues ao delegado (Foto: Pedro Jr)


Por volta das 17h30 desta quinta-feira (28) quatro elementos foram apreendidos com drogas, no Bairro do Rosário em Guarabira-PB.
De acordo com os policiais militares das Guarnições da Rotam, CPU e Ciclopatrulha, os adolescentes foram localizados por trás do Colégio Edvardo Toscano, no referido Bairro.
Material apreendido com os adolescentes (Foto: Pedro Jr)
Material apreendido com os adolescentes (Foto: Pedro Jr)
Após abordagens, os policiais encontraram com o quarteto, uma faca peixeira, duas pedras de uma substância semelhante à maconha, um colírio de vista e um isqueiro usado para consumir a droga.
Todos foram conduzidos para a Delegacia de Polícia Civil e apresentados ao delegado plantonista. Os adolescentes são de 16 e 17 anos, residentes na cidade de Guarabira-PB.



sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Policial de Bike porque é eficiente e de baixo custo

Imagine que você está em um destes concursos de auditório, tipo o Programa do milhão !
Com todo o seu conhecimento, você consegue chegar à pergunta que vale um milhão de reias!
Ai então, Silvio Santos com aquele sorriso do tempo da brilhantina, lhe pergunta: Valendo um milhão de Reais !
- Qual a opção mais barata e mais eficiente para patrulhar as ruas de uma cidade ?
1- A pé
2- Automóvel
3- A cavalo
4- De bicicleta
Realmente não é uma pergunta fácil de responder, ainda mais que depende de vários fatores relevantes como distância percorrida, função do patrulhamento etc. 
Considerando as quatro opções, eu escolheria a bicicleta e ai vai minha justificativa:

Por que a Bike é mais barata para a Polícia !
- Em comparação ao Automóvel: a bike não consome combustível como gasolina, somente líquido para o próprio Policial. Sem falar nos custos de manutenção de um veículo que é muito mais alto quando comparando com a da bike, alem é claro, de não gerar poluição.
- Em comparação ao Cavalo: a bike, ao contrário dos cavalos, não precisa de caminhão para transportá-lo até o centro da cidade envolvendo toda uma logística. Enquanto a bicicleta precisa de uma revisão semanal, o cavalo precisa de tratamento, no mínimo, 03 vezes por semana, como banho, tosa, cuidados com os cascos, etc. Isto sem falar o gasto no transporte de sua comida até o Quartel além de sujar a cidade com excrementos, o que gera mais gastos.
- Em Comparação a ronda a pé: a ronda a pé exige da polícia um maior número de policias por kilometro, já que dois policias não fazem o mesmo percurso ao mesmo tempo que dois ciclistas. Conseqüentemente, mais gastos na contratação de mais policiais por kilometro, em relação ao mesmo número de Policiais de bike, sem a mesma agilidade.
Porque a Polícia de Bike é mais eficiente ?
Porque tem mais mobilidade. O Policial Biker tem acesso a lugares com muito mais eficiência que qualquer outro meio de transporte. Imagine uma perseguição de um criminoso onde existem obstáculos. Um policial, treinado com a bike, pode passar qualquer obstáculo urbano como pequenas escadarias, meio fio, etc
 
Nos Estados Unidos existe a Internacional Police Montain Bike Association com mais de 20 anos em ação. Os Policiais são treinados e capacitados para patrulhar as ruas das cidades, mas não usando a bike como simples transporte no trabalho e sim como uma força preparada para usar a bike em defesa do cidadão.
Os próprios Policiais são quem fazem a manutenção de suas bikes, como se fossem os donos.
Sabendo de tudo isto por que não criamos o Esquadrão da Policia de Bikers no Brasil?
Muitos vão me dizer que a Polícia tem coisa mais importante para se preocupar e isto não funcionaria na nossa terra ! Então se não é o Policial de Bike para o patrulhamento da nossa cidade, qual seria então, a solução mais adequada ?
Valendo um Milhão de Reais para resposta mais barata e eficiente ! 
Equipamentos para um
 "Policiamento de  Qualidade".

Roupa

No Policiamento com bicicleta os uniformes devem ser regulares,porque nos ensina que está é uma das dificuldades para o integrantes de unidades de bicicleta. O uniforme regular é feito para caminhar e sentar em uma bike. Depois de algum tempo de uso e esforço, a camisa e a jaqueta monstra ,rapidamente que vão aparecer manchas de suor em torno das axilas e nas costas muitas vezes dependendo do material utilizado.
As roupas para policiamento deve ser  impermeável, respirável e funcional.





Mais uma vez, como acontece com o ciclismo muitas unidades enfrentam o problema de escolher suas roupas de ciclismo para as tendências de moda e não para o trabalho policial. Um casaco muitas vezes de cor preta,no próximo ano a cor pode de repente ficar amarelada.


Desenvolvimento 

O policiamento no Brasil de bicicleta de montanha, está experimentando um crescimento enorme. Tendo em vista o uniforme da polícia,  Muitas unidades de Polícia ,e comissão que avaliam roupas para bicicleta também são convidada para trabalhar em um uniforme de policiamento de bicicleta. Essa comissão de vestuário tem desenvolvido um grupo consultivo de policiamento ciclistas.

O Conselho de Polícia terá uma importância de uniformidade nacional e padronizada.
Junto com suas próprias experiências, há no papel um novo uniforme para o polimento e atendimento de ocorrência.
 

Acima modelo de jaqueta 

A jaqueta tem um modelo curto de modo que facilmente acima do binário pode ser usado. O equipamento e as armas de fogo são, portanto, diretamente acessíveis.

Esta roupa é projetada para a policiamento de bicicleta.
As mangas e as pernas da calça são estreitados. Na parte inferior da perna da calça de pé tem um elástico que assegura que a perna da calça presas na corrente possa ocorrer.
O revestimento tem uma gola alta para impedir a entrada de água da chuva. E saídas de ar diferentes para o calor e suor que possa escorrer. O uniforme é equipado com retro-refletivo letras e
geral, o visual do uniforme da polícia é funcional.




 








As calças tem cinto,e dois bolsos herméticas nas coxas, com espaço suficiente para tablate e os chamados escritores rápidos, quatro menores bolsos fechados, uma caneta do bolso.













 

Capacete



Ciclismo no trânsito traz perigo sem o capacete.
A um índice muito elevado de vítimas fatais em bicicleta e uma queda após a introdução do capacete diminuindo o número de lesões na cabeça, devido ao uso do capacete. Além da familiaridade e segurança do policial e agente, o capacete da bicicleta se faz necessário.



Um alforge para bike


 


Muitas bicicletas são equipadas com um alforge com o logotipo da unidades.
Uma das questões mais bem colocadas sobre um policial bike patrulha é "o que está no alforge?" Esta bolsa tem quase tudo o que um agente precisa para executar suas tarefas,blocos de anotações, pilhas de rádio extra, fita,kit de primeiro socorros e fita de isolamento.
Por os alforges estão no atributos necessários para a prestação de primeiros socorros, tais,contendo uma tampa de ventilação, luvas de borracha, ligaduras e cobertores alumínio rápidas de resgate. E, claro, um kit de reparo para a bicicleta . Também conta com uma garrafa para no clima quente, o agente vezes poderá beber água.

Além de todos estes produtos que apresentam um policial bem equipamento e padrão, como sua arma de fogo, bastão, spray de pimenta e cadeias de transporte.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Encontrando a força da superação






O que faz uma pessoa superar seus próprios limites ? Sua força de vontade , seu espírito indômito , seu entusiasmo , suas crenças , seus medos .... qualquer que seja a resposta sem a persistência , planejamento e auto confiança nenhum destas características vai ajudar , pelo contrário pode até destruí-lo . 

Ao tentarmos definir Limite no dicionário chegamos ao verbo limitar do Latim limitare : demarcar; delimitar; reduzir o âmbito de; restringir; confinar; cingir-se; não passar além de;contentar-se; reduzir as próprias despesas; acomodar-se. Se observarmos com atenção poderemos concluir que o limite é imposto pela sociedade , trabalho , família e principalmente por nós mesmos , enfim limite é abstrato , somente existe em nossas mentes , não estou falando apenas dos limites referentes á educação , caráter , convivência , respeito etc , estou me referindo ao limite de nossas conquistas pessoais , todas as definições de limite nos arremetem á algo pré-definido para onde não devemos nos aventurar. 

Seguem alguns exemplos de limites coletivos , na época de Colombo acreditava-se que a Terra era plana , no inicio do século nenhum homem era capaz de percorrer os 200 m rasos em menos de 20 seg , mas depois que Jackson Scholz bateu essa marca nas olimpíadas de Antuérpia em 1924 mais de 20 outros atletas conseguiram ultrapassar esta marca na olimpíada seguinte . Quando uma pessoa consegue ultrapassar um limite ela abre caminho para as demais faze-lo , pois não há limites para a vontade humana. 

“O que dá sentido à vida é mais importante que a própria vida.” Hillary Lister Superação no mar A britânica Hillary Lister se tornou nesta terça-feira a primeira pessoa tetraplégica a atravessar sozinha o Canal da Mancha num barco à vela. A embarcação foi guiada por meio de um sistema que a permitia dar os comandos por meio da respiração. O mecanismo é semelhante ao que ela usa para controlar sua cadeira de rodas motorizada , o barco de 7,9 m, batizado Malin foi especialmente desenhado para ela. 

Ela levou seis horas e treze minutos para completar a travessia da costa da Inglaterra até Calais, na França. Lister tem 33 anos e está tetraplégica há quatro anos, em razão de uma doença degenerativa progressiva que a paralisou aos poucos, começando pelas pernas e subindo até o pescoço. Atualmente, ela movimenta apenas a cabeça, os olhos e a boca. Ela começou a aprender a velejar a dois anos, com a intenção de melhorar sua autoconfiança. 

"Quero que as pessoas repensem a sua visão sobre os deficientes. Não precisamos ser enrolados em algodão, podemos sair e fazer coisas bobas ou perigosas se isso for o que quisermos", disse Lister. Com a travessia do canal, Lister também bateu o recorde de maior distância velejada por um tetraplégico sozinho. "Não sei nem te dizer a sensação. É tremendo, sou grata a todos que tornaram isso possível", disse ela ao chegar. "Eu tinha certeza absoluta de que, uma vez dentro do barco, eu conseguiria chegar à França." 

Antes de ficar paralisada pela doença, Lister costumava praticar esportes como canoagem, natação, rugby e hóquei. 

A travessia do Canal da Mancha foi um projeto dela para arrecadar dinheiro para dar a outros portadores de deficiência a oportunidade de velejar. Hillary Lister sonha agora em fazer uma viagem ao redor da Grã-Bretanha no ano que vem. 

Suce$$o - Nós Acreditamos em você
Artigo publicado no site: www.administradores.com.br
GCM  recebe 200 novas bicicletas para
policiamento comunitário
gcm2Veículos serão utilizados na segurança de parques e da região central da cidade. Equipamentos foram doados à administração municipal como contrapartida pelo apoio da Prefeitura ao Concentra SP, exibição pública dos jogos da Copa das Confederações
A Guarda Civil Metropolitana da capital recebeu nesta sexta-feira 200 novas bicicletas para o policiamento de parques e da região central. Os veículos foram doados à administração municipal como contrapartida pelo apoio ao Concentra SP, exibição pública dos jogos da Copa das Confederações realizada no Vale do Anhangabaú em junho deste ano. A vice-prefeita Nádia Campeão participou da entrega oficial da doação, que aconteceu durante a manhã no parque do Ibirapuera, na zona sul da cidade.
Os novos equipamentos trarão agilidade para o trabalho dos policiais. “Estamos quadruplicando o número de bicicletas que atualmente a guarda já tem. Isso é um grande avanço porque a GCM tem feito um trabalho preventivo e as bicicletas ajudam muito para um policiamento que pode estar em mais lugares, de forma mais rápida”, afirmou Nádia Campeão.
Para a vice-prefeita, a doação mostra a cooperação entre a administração pública e as empresas que atuam na capital. “Como eles estavam no Vale do Anhangabaú expondo seu projeto, as suas marcas, entendemos que seria importante que eles pudessem colaborar de alguma forma com uma necessidade importante da cidade. É uma troca entre as necessidades que a população tem e as possibilidades de contribuição das empresas”, lembrou Nádia Campeão. Os veículos foram entregues pelas empresas Playcorp, Hyundai, Coca-Cola, Brahma e Itaú.
As bicicletas foram adquiridas a partir das especificações técnicas elaboradas pelo comando da Guarda. Possuem quadro de alumínio, suspensão traseira e dianteira, câmbio com 21 velocidades e aro 30. Para integrar o grupamento de ciclistas, os guardas recebem um treinamento especial de utilização das bicicletas no atendimento de ocorrências e abordagens. “Estas bicicletas fazem parte de um novo perfil que estamos tentando resgatar para a GCM de policiamento comunitário”, explicou o secretário Roberto Porto (Segurança Urbana).
Os novos equipamentos também contribuem para a valorização dos profissionais da corporação. “Esta entrega é um divisor de águas. Está mudando o tratamento que a guarda vem recebendo, que agora é mais respeitoso e mais humano, e a correspondência só pode ser uma dedicação maior e uma segurança melhor para a cidade de São Paulo”, agradeceu o Inspetor Gilson Pereira de Menezes, comandante da GCM.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Construção da segurança


O enfrentamento mais decisivo em curso para quem usa e promove a bicicleta está além das ruas. Está no discurso que se propaga sem saber, está no preconceito que se manifesta velado ou explícito. Nas palavras que se repetem, que constroem e reforçam barreiras que impedem a humanização dos espaços públicos de circulação e das próprias cidades.
Durante o século das duas guerras mundiais, as carruagens motorizadas saíram em massa das linhas de montagem para ganhar as ruas. Os mortos e feridos contaram-se aos milhares em um embate que tirou à força as crianças e adultos das ruas para que os automóveis pudessem circular na maior velocidade possível.
E não foi em silêncio que as famílias velaram seus mortos. Houve um processo de demonização do automóvel, imediatamente percebido como um ator destrutivo nas ruas das cidades. Para que as linhas de montagem continuassem a produção foi preciso promover um novo conceito, o de que os veículos motorizados, o novo ator no trânsito urbano, eram seguros e adequados para as ruas.
O esforço da industria automobilística para viabilizar o uso intensivo de seus produtos nas cidades foi imenso e frutífero. Em poucas décadas, o século XX tornou-se o século do automóvel e as ruas perderam muito do seu caráter histórico de espaço público, uma construção social de 5 mil anos.
Mortos e feridos nas ruas contam-se às dezenas de milhares. No Brasil o número gira ao redor dos 50.000 mortos por ano. Sendo as pessoas fora dos automóveis, em especial os pedestres, as maiores vítimas.
Ator consolidado nas ruas do século XXI, o automóvel deixou de ser diretamente responsabilizado pelas perdas de vidas humanas que gera. Encarado como fato consumado nas cidades o trânsito motorizado é conversa de elevador e suas vítimas geralmente veladas em silêncio.
A segurança das ruas é acima de tudo uma construção social. Hoje essa construção permite que pedestres e ciclistas sejam tratados como vítimas a serem responsabilizadas. A reversão do discurso que aceita os mortos e feridos no trânsito como casualidades é uma necessidade do século XXI. Enquanto o embate do século XX foi entre a demonização do automóvel e a industria automobilística, o embate atual é da qualidade de vida contra a degradação do espaço público das cidades.
A vilanização dos motores acabou derrotada e hoje as cidades são bem diferentes de como eram em 1900. As cidades de 2100 certamente serão outras e para que façam sentido e possam abrigar grandes populações humanas que gerem prosperidade, é preciso promover o uso racional e seguro do automóvel em ruas que possam garantir mais fluidez para as pessoas que utilizam transportes ativos e os transportes motorizados coletivos.

Policiamento com bicicletas

As chances de ver um policial de bicicleta são provavelmente maiores do que há 30 anos. O que está causando o renascimento?
Na maioria das cidades do Reino Unido e em outras cidades pelo mundo afora, a polícia está novamente usando bicicletas de alguma forma. Elas estão sendo utilizadas no trabalho comum de patrulha, mas também de forma mais ativa como um veículo de repressão do tráfico de drogas e demais criminalidades urbanas. Em Londres, o número de bicicletas de polícia aumentou de pouco mais de 400, em 2005, para cerca de 2.500 em 2009.

Alguns locais ainda estão encontrando dificuldades para colocá-las no orçamento da cidade, e muitos duvidam do seu valor. Mas, uma vez colocadas para trabalhar, bicicletas de polícia são um sucesso unânime.
Isto não surpreende, pois a bicicleta possui vantagens óbvias:
1) Discreta. Todas as polícias destacam o fato de serem veículos silenciosos, quase “invisíveis”. Pode-se surpreender grupos de criminosos surgindo por onde eles menos esperam, sobretudo por rotas de fuga onde não dá para passar um carro.
2) Rápida. Em Londres, onde há mais bicicletas de patrulha do que viaturas, o tempo de resposta a chamadas caiu pela metade. E em 70% dos casos elas chegam à cena antes das ambulâncias.
3) Acessível. As pessoas têm mais facilidade de acenar e conversar com policiais ciclistas. Também é comum relatos de crianças que se aproximam querendo saber sobre as bicicletas. Um sargento britânico salienta “este tipo de conversas revela algumas excelentes informações que levam a uma série de problemas de comportamento anti-social a serem abordados e resolvidos”.
4) Baixo custo. A cidade de Glasgow relatou que “podem ser empregados 15 policiais ciclistas pelo mesmo custo de adquirir e manter um carro.” Mas um gasto suplementar que não pode ser esquecido é a manutenção, que por vezes pesa tanto quanto a aquisição das bicicletas.
5) Saudável. Bicicletas mantêm os policiais em boa forma física. Além de melhorar a autoestima pessoal, a corporação e a cidade ganham porque as faltas ao trabalho por motivo de doença são reduzidas drasticamente.
Há desvantagens.
É inviável para transportar pessoas presas. E caso a situação exija, é preciso gastar um tempo preciso trancando as bicicletas. No primeiro caso, uma viatura pode ser chamada. No segundo caso, pedalar em duplas reduz as chances de uma bicicleta policial ser roubada em tumultos. Além disto, alguns modelos de bicicleta possuem um mecanismo de blocagem rápida da roda dianteira, que não precisa de chave para bloqueá-lo, apenas para abri-lo.
Por falar em modelos de bicicleta, confiabilidade e resistência são mais importantes do que desempenho. Suspensão dianteira para subir e descer degraus ou meio fios, e forros de pneus kevlar anti-furo são muito úteis. Numa frota grande, cada bicicleta deve ter identificação única, para facilitar os registros de serviço, semelhante às demais viaturas.

Smith&Wesson Police Bicycles
Bicicleta de uso exclusivo feita pela Smith & Wesson, famosa indústria norte-americana que produz pistolas e rifles
O kit que acompanha as bicicletas é a roupa (bermuda, capas, faixas/coletes fluorescentes, luvas, sapatos, etc), bagageiros e alforjes, sirenes, capacetes, trancas e outros opcionais. Em alguns lugares, bicicletas podem usar as luzes piscantes que identificam os veículos da polícia, mas isto depende de cada legislação.
Por fim, o uso da bicicleta pela polícia é bom para melhorar o status dos ciclistas em geral, um grupo ainda considerado como delinquentes por muitos motoristas. Se a própria polícia usa bicicletas, mostra que elas são uma forma inteligente e rápida de se locomover.
[traduzido e adaptado de Police on mountain bikes]

Policiamento com bicicleta pra funcionar deve ser planejado

A cidade de Glasgow, que é uma das várias cidades que já experimentou o sucesso de botar os policias pra pedalar, chegou a brilhante conclusão que pelo preço de comprar e manter UMA ÚNICA viatura é possível manter na rua QUINZE policiais de bicicleta. Faça a matemática. É ridículo.
Essas duas medidas demorariam o que, seis meses para serem colocadas em prática? Elas acabariam de vez com a ideia errada de que as bicicletas não pertencem às ruas. Tornariam o trânsito e, consequentemente, a cidade mais humanos. Menos gente morreria. Mais gente se empolgaria a pedalar. A obesidade da população diminuiria. Haveria menos poluição. A polícia se aproximaria das pessoas,Curitiba deve pensar nestas ações. Não consigo ver um bom motivo para não fazer.
Não conheço nada dos meandros da política, mas se eu fosse ciclo ativista deixaria de lado todo o resto e me pautaria exclusivamente nesses dois pontos. Todo o resto viria a roldão.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Homens, Meninos e Bicicletas





Quando a gente se envolve demais com algo, começa a refletir e os porquês aparecem um atrás do outro. É como estar redescobrindo a vida. A vida é assim! Aprende-se algo, depois se questiona situações banais do cotidiano, como tarefas da rotina. Até que o momento da indignação possibilita um encontro com a bicicleta.
No assunto bicicleta, sustentabilidade, e todo o tipo de pauta relacionada, percebemos que os limites de cada vantagem e desvantagem começam a determinar o padrão em que nos encaixaremos. Neste momento determinamos como queremos viver.
Podemos mudar de vida, mas se esta nova opção possuir evidências que nos deixam descontentes, logo passaremos a ver a ideia como uma solução não satisfatória. E deste ponto em diante, mudaremos. É a vivência do experimentar, vamos até um ponto, e descobrimos que devemos retornar, ou seguir adiante. Tenho visto alguns ciclistas, de todas as idades, mudando de hábito de vida. Homens de negócios trocaram seus carros modernos por carros mais simples e por bicicletas, fugindo assim das consequências da vida anterior. A vida custa menos, e é preciso ganhar menos... A vida fica mais fácil! No lugar de dez horas de trabalho diário, necessitam agora de duas horas menos a cada dia. Com isto, novamente os dados são lançados e novos acontecimentos surgem, completamente diferentes.
Alguns seguem os instintos, outros buscam sugestão do meio. Em tempos modernos, e com o avançar da idade, os homens se perguntam sobre a vida. Alguns mudam, outros não... Alguns apenas esperam pelo fim. E não estamos falando de pessoas sem capacidade intelectual, estamos falando de homens de negócios, bem-sucedidos financeiramente! Ontem, quando chegava a um cruzamento, vi um cliente que mudou radicalmente de vida. Já com seus 55 anos, aproximadamente, trocou o carro, que se me lembro bem custava bem mais que cinco carros populares, por uma bicicleta.
A bicicleta conheço bem, deve ter custado uns R$2.000,00, boa qualidade, grupo mediano da Shimano, suspensão simples. Muito menos que muitas bikes que vemos em Audax e nos passeios. E ali fiquei a me perguntar sobre o que se passa na cabeça de um vivente destes para mudar radicalmente de vida. Mesmo tendo dinheiro, o cidadão acabou trocando o luxo pela simplicidade... O que ele ganhou com isto?

                                                                          


Leiza, no Uruguai.
Talvez seja como o amigo Raul tenha me dito: "menos é mais!", justificando que a simplicidade traz diversas sensações de paz, de serenidade. Talvez alguns homens se tornem meninos novamente, e descubram que se trata de um processo cíclico... O homem começa na bike e termina da bike. Talvez não seja nada disto, mas as tendências demonstram que devemos nos perguntar se estamos no caminho certo.
As ruas estão entupidas de carros, a poluição é nítida no cotidiano, as pessoas estão morrendo de problemas banais, homens tiram a vida de outros homens para tomar um carro... O que fazer em tempos onde um celular vale mais que a vida alheia? Talvez a simplicidade seja a resposta de tudo. Sobre homens e meninos, bicicletas divertem a ambos!

Fonte: Revista Bicicleta, edição 10/01
Autor: Roberto Furtado
Título Original: Sobre Homens, Meninos e Bicicletas

Guarda Nacional Republicana






O Patrulhamento de Ciclo da Guarda Nacional Republicana tem contribuído, inequivocamente, para a modernização, evolução e desenvolvimento da qualidade da atividade operacional da Guarda Nacional Republicana, revelando ser um meio com grande flexibilidade, mobilidade e raio de ação.

No sentido de reforçar ainda mais esta valência com meios humanos, decorreu, de 15 de abril a 16 de maio, na Unidade de Segurança e Honras de Estado (USHE) da GNR, mais um Curso de Patrulhamento Ciclo. Os vinte e quatro militares que frequentaram o curso (3 Oficiais, 1 Sargento e 20 Guardas) foram selecionados de entre um conjunto de candidatos, após a realização de provas físicas, intelectuais e de destreza e aptidão para a condução de bicicletas. A formação incluiu, para além da parte teórica, uma forte componente prático, tendo os formandos sido inclusivamente empenhados no patrulhamento no âmbito das celebrações do 96.º aniversário das Aparições de Fátima, de 10 a 13 de maio, contribuindo desse modo para a garantia da tranquilidade pública e da proteção de peregrinos que se deslocaram ao santuário.

Estes militares, a par dos que também já possuem este tipo de formação, irão integrar o dispositivo da operação da Guarda no "Verão seguro 2013", no sentido de reforçar o patrulhamento das zonas balneares dos Comandos Territoriais de Aveiro, Faro, Leiria, Lisboa e Setúbal.