O
policiamento será aplicado em Nova Friburgo, destinado ao calçadão da
avenida às margens do rio Bengalas, buscando a segurança e prevenção de
delitos contra caminhantes e estudantes que utilizam aquela via. As
praças Getúlio Vargas e Dermeval Barbosa Moreira também farão parte
deste patrulhamento.
terça-feira, 19 de maio de 2015
PM inaugura Patrulhamento com bicicletas, em Araruama
Na
última segunda feira, o 25° BPM de Araruama inaugurou o patrulhamento
com bicicletas. De acordo com o Comandante da PM, quatro agentes irão
fazer o policiamento dos bairros do Centro, Praça João Hélio e
adjacência e a orla do bairro Pontinha. Depois de avaliar a região o
Comandante da Polícia Militar
implantou o sistema, em caráter experimental, visando diminuir a criminalidade no município.
Segundo informou o Comando serão
observado o sistema de policiamento para análise e orientações de
eventuais ajustes nos horários do policiamento com bicicletas que,
inicialmente, funcionará de segunda à sexta, das 10 às 18 horas.
A área de atuação dos policiais foi
decidida de acordo com a geografia da cidade. Segundo a PM, a praça João
Hélio e Orla da Pontinha possuem locais por onde não é possível
transitar com veículos e ainda são áreas extensas para serem policiadas a
pé.
O trânsito intenso de veículos em
determinados horários no Centro da Cidade também limita a ação ostensiva
dos auto motores. Neste policiamento é utilizado uniformes
característico, desenvolvido pela PMERJ, segundo padrões internacionais
de ostensividade e bem adaptado ao clima tropical. A PM ainda informou
que novas equipes poderão serem utilizadas em Araruama.
Em três meses, policiamento ciclístico no Guará registra 48 crimes
Segundo a PM, as ocorrências puderam ser constatadas graças à
atuação mais ostensiva do patrulhamento com bicicleta que começou na
região no fim de janeiro
Desde o início do policiamento ciclístico no Guará — no fim de
janeiro deste ano — até o mês passado, 11 militares que fazem
patrulhamento com bicicleta na região administrativa registraram 48
crimes. Na avaliação da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF),
esses delitos puderam ser identificados graças à atuação mais ostensiva
desses policiais.
Com 24 prisões, o uso ou porte de drogas foi a ocorrência com maior
número de registros. Em seguida, aparecem seis casos de ameaça à vida e
integridade física e quatro lesões corporais, além de outros quatro
relatos de agressões a mulheres enquadrados na Lei Maria da Penha.
Completam a lista mais quatro furtos a interior de veículos, três roubos
a automóveis, dois assaltos a residências e um caso de tráfico de
drogas.
"Quanto mais abordagens forem feitas, mais casos serão constatados.
Não quer dizer necessariamente que a região está mais perigosa, mas,
sim, que houve esse incremento no modo de atuar", explica o comandante
do 4º Batalhão de Polícia Militar, tenente-coronel André Luiz Pinheiro
Borges. Segundo ele, a iniciativa é pioneira no DF e já existem estudos
para levá-la a outras regiões.
Diariamente, os policiais percorrem cerca de 30 quilômetros em busca
de atitudes suspeitas, com prioridade para áreas de grande circulação de
pessoas e veículos. De acordo com a PM, o trabalho da patrulha com
bicicleta permite o acesso a espaços onde os carros não chegam com
facilidade, como o Parque Ezechias Heringer, entrequadras e vias sem
pavimentação.
O policiamento ciclístico é feito do Setor de Indústria e
Abastecimento (SIA) até a saída do Guará II, na via que leva à Estrada
Parque Guará (EPGU). Nesse percurso, alguns trechos recebem atenção
especial: a QI 7, devido à concentração de agências bancárias; a QE 40,
em virtude do alto registro de crimes; e as escolas públicas e
particulares, para preservar a entrada e a saída dos estudantes.
Sensação de mais segurançaPara as empresárias
Rosilene Pereira, de 33 anos, e Kelly Teixeira, de 32, a sensação de
segurança aumentou. "Numa escala de zero a 10, na qual zero é mais
perigoso e 10 é extremamente seguro, a cidade está entre 7 e 8", avalia
Rosilene. Kelly, que sempre morou na região, costuma se exercitar na
pista de cooper e percorrer o local para atividades cotidianas. "Existem
muitos becos por aqui. Ver policiais transitando por esses lugares
inibe a presença de pessoas mal-intencionadas", complementa.
Morador da região administrativa há dois anos, o professor Giovane
Marcel, de 37 anos, deixou a Asa Sul em busca de um lugar que
proporcionasse distanciamento da violência e da criminalidade. "Sempre é
possível melhorar no aspecto segurança, mas a iniciativa de utilizar a
bicicleta como equipamento voltado à atividade policial dá maior
aproximação da PM com a comunidade", opina.
ACESSIBILIDADE
Bike Patrulha e Base Comunitária Móvel reforçam segurança no Centro

Equipes da Bike Patrulha, Base Comunitária Móvel e Moto Patrulha são ferramentas importantes na redução da criminalidade
Comerciantes da área central aprovam o empenho e o esforço na área de
segurança pública efetivado pelo projeto Bike Patrulha em parceria com a
equipe da Base Comunitária Móvel, serviços policiais que buscam a
integração e a parceria da comunidade, unindo esforços para coibir o
crime e a sensação de insegurança.
O empresário Orlando Ribeiro pondera que o auxílio preventivo de segurança é de extrema importância para a prevenção de delitos neste local, pois os bike-patrulheiros são mais ágeis, principalmente em situações de congestionamento no trânsito, transitando entre os veículos com facilidade.
Ribeiro relata que a Bike Patrulha e a Base Comunitária Móvel têm obtido bons resultados para a área central durante o horário comercial. “Com a eficácia e agilidade dos policiais militares nas rondas diárias, a prevenção de delitos tem como foco a redução dos índices de crimes, promovendo a sensação de segurança, especialmente, nessa área com alta densidade comercial”, ressaltou.
Orlando destaca que, com a parceria da Bike Patrulha e da Base Comunitária Móvel, os policiais militares conseguem chegar a determinados locais inacessíveis para viaturas, proporcionando abordagem surpresa e obtendo êxito no patrulhamento preventivo. “Tive a informação de que também há a Base Comunitária Móvel atuando nos bairros periféricos e a Bike Patrulha realizando rondas em outros bairros. Com o sistema de Olho Vivo unindo esforços com a Bike Patrulha, Base Comunitária Móvel e a parceria da comunidade, é possível antecipar e atacar as causas do ciclo da violência e da criminalidade”, relatou.
O empresário Orlando Ribeiro pondera que o auxílio preventivo de segurança é de extrema importância para a prevenção de delitos neste local, pois os bike-patrulheiros são mais ágeis, principalmente em situações de congestionamento no trânsito, transitando entre os veículos com facilidade.
Ribeiro relata que a Bike Patrulha e a Base Comunitária Móvel têm obtido bons resultados para a área central durante o horário comercial. “Com a eficácia e agilidade dos policiais militares nas rondas diárias, a prevenção de delitos tem como foco a redução dos índices de crimes, promovendo a sensação de segurança, especialmente, nessa área com alta densidade comercial”, ressaltou.
Orlando destaca que, com a parceria da Bike Patrulha e da Base Comunitária Móvel, os policiais militares conseguem chegar a determinados locais inacessíveis para viaturas, proporcionando abordagem surpresa e obtendo êxito no patrulhamento preventivo. “Tive a informação de que também há a Base Comunitária Móvel atuando nos bairros periféricos e a Bike Patrulha realizando rondas em outros bairros. Com o sistema de Olho Vivo unindo esforços com a Bike Patrulha, Base Comunitária Móvel e a parceria da comunidade, é possível antecipar e atacar as causas do ciclo da violência e da criminalidade”, relatou.
Equipe – A Base Comunitária Móvel é composta pela coordenadora do
Núcleo de Prevenção Ativa, tenente PM Jennifer Coelho de Almeida;
comandante da Base Comunitária Móvel, sargento PM Maraíldes Helena
Borges Dolinski; a comandante do Pelotão, cabo PM Mariana; soldado PM
Angélica e soldado PM Fagner. Equipe da Bike Patrulha: soldado PM
Trindade e soldado PM Moreira; e Moto Patrulha, soldado PM Xavier. O
comandante da 5ª Região da Polícia Militar, coronel PM Laércio dos Reis
Gomes, comandante do 4º Batalhão de Polícia Militar, tenente-coronel PM
Waldimir Soares Ferreira e tenente PM Cintra. (SN)
sexta-feira, 15 de maio de 2015
Ciclista também precisa pedalar com segurança
A arte explicativa foi publicada no jornal Diário Catarinense
(diariocatarinense.clicrbs.com.br) na semana passada e diz muito. Mostra
que para pedalar com segurança o ciclista deve seguir uma série de
regras. Muitas delas estão previstas no Código de Trânsito Brasileiro
(CTB). Outras são comportamentais. Confira:
Luz de segurança para policiamento ciclístico noturno

Já falamos aqui sobre as vantagens do policiamento ciclístico,
uma alternativa bem interessante frente às demandas de mobilidade e de
policiamento aproximado por que passam as grandes cidades brasileiras.
Uma das resistências a essa modalidade de patrulhamento se refere à
vulnerabilidade noturna, relacionados à falta de segurança na disputa de
espaço com outros veículos e até mesmo à falta de ostensividade.
O equipamento a seguir, complementando a utilização de luzes de
alerta, possui um potencial bem interessante visando a garantia de maior
segurança aos policiais ciclistas. É o “Bike Lane Safety Light“, que projeta uma ciclovia imaginária na via para limitar a aproximação de outros veículos. Vejam:

httpv://youtu.be/88LcFmg0qqA
Além das duas lâmpadas que projetam as linhas no chão, o Bike Lane
possui a tradicional iluminação alerta de LED (posicionada abaixo do
selim). Todo o equipamento é recarregável via USB. O preço? Cerca de 40 dólares – pouco mais que R$120 reais. Vale a pena para polícias que estão implementando o policiamento ciclístico noturno.
Em defesa do Policiamento Ciclístico

Policiais ciclistas australianos. Foto: Stan Dalone
Tradicionalmente, as polícias ostensivas brasileiras não possuem
unidade ciclística formalmente estabelecida – uma companhia ou batalhão
ciclístico, por exemplo. Diferentemente do policiamento montado, que
possui unidades especializadas em provavelmente todas as polícias
militares brasileiras, o policiamento ciclístico não guarda qualquer
relação com a estrutura operacional do Exército Brasileiro, instituição
da qual as PMs são forças auxiliares e ainda possuem muitas semelhanças
estruturais (a designação “P1″, “P2″, “P3″ etc é uma adaptação do “S1″,
“S2″ e “S3″ do Exército, por exemplo). Nos dias de hoje, entretanto,
passou do tempo das polícias brasileiras atentarem para a criação de
unidades de policiamento ciclístico, com estrutura organizacional,
pessoal especializado e doutrina própria.
Antes de falar de algumas vantagens do policiamento ciclístico, é bom
frisar que nenhum vetor de policiamento se basta. A viatura “quatro
rodas” possui sérias desvantagens em relação às motocicletas, por
exemplo, que já não alcançam as características de uma aeronave, ao
tempo que essa não consegue potencializar certos elementos conseguidos
com o policiamento a pé. Desse modo, o que aqui discutimos é sobre um
potencial muito pouco aproveitado pelas polícias brasileiras, que
geralmente privilegiam as viaturas motorizadas. Entendam um pouco mais
esse potencial:
Capacidade de permanência e agilidade moderada
O policiamento ciclístico é ideal para o patrulhamento de áreas de
média extensão (raio de 2 a até 5 quilômetros). Para atender um chamado a
dois quilômetros de distância, policiais em bicicletas chegam em menos
de 10 minutos, um tempo razoavelmente adequado se considerarmos a
realidade do trânsito em grandes cidades. Mas independentemente do
tempo-resposta, as bicicletas possuem como grande vantagem seu potencial
de permanência intensa em áreas específicas: um policial não poderá ir
muito longe pedalando, e, por isso, a tendência é que lhe sejam
designadas áreas com extensão reduzida. Até mesmo a fiscalização e
supervisão do policiamento fica facilitada, nesse caso.
Proximidade com a população

Policiais ciclistas canadenses interagindo com a população. Foto: Colin Adland
Por essa capacidade de permanência, a tendência é que policiais em
bicicletas interajam mais com a população, que terá mais facilidade de
reconhecer o policial que faz policiamento naquela região, bem como
poderá solicitá-lo com muito mais facilidade do que em uma viatura
motorizada. Em unidades policiais que se interessem por aproximação e
relacionamento profícuo entre a comunidade e o policial, bicicletas são
muito vantajosas.
Privilégio à saúde do policial
Policiais que trabalham com policiamento ciclístico têm a
oportunidade de realizar uma atividade saudável durante o serviço, já
que a prática ciclística pode queimar mais calorias até mesmo do que a
corrida e a natação. Uma boa oportunidade para o policial com sobrepeso.
Veículo “limpo”
Atualmente existe toda uma militância em torno do ciclismo, por se
tratar de um meio de transporte relativamente ágil e não agressor do
meio ambiente. Diferentemente dos veículos motorizados, a bicicleta não
emite gases prejudiciais à atmosfera. Uma grande oportunidade para que
as polícias assumam seus compromissos com meios de transporte
sustentáveis.
Ostensivamente significativo
O policiamento a pé tem sua capacidade ostensiva bastante restrita no
período noturno, além de sua limitação de mobilidade. Ambas restrições
são superadas pelo policiamento ciclístico, que utiliza-se de luzes de
alerta e é capaz de se movimentar com relativa flexibilidade. O
policiamento ciclístico dificilmente não é percebido quando está sendo
executado.
***
Essas são algumas das grandes vantagens desse vetor de policiamento,
hoje presente em algumas polícias e guardas municipais brasileiras,
embora geralmente não “institucionalizadas”, como dissemos, na forma de
uma unidade especializada na modalidade. Com a presença de toda essa
militância em favor de meios de transporte alternativos, tornar a
bicicleta um dos veículos-padrão das polícias ostensivas brasileiras
será uma grande oportunidade de ganhar eficiência, contribuir com a
preservação do meio ambiente, com a melhoria da saúde dos policiais e se
comunicar com a sociedade. Nada que já não seja feito em outros países –
com muito sucesso.
quarta-feira, 13 de maio de 2015
Qualidades de uma Polícia em uma
Sociedade Livre e Democrática
- Responsável
A
polícia deve reconhecer a natureza e extensão do seu poder
discricionário e sempre deve ser responsável perante o povo, seus
representantes eleitos, e da lei por suas ações, e ser tão transparente
quanto possível na sua tomada de decisão.
- Colaborativo
A
polícia deve ser capaz de colaborar, conforme o caso, com os membros da
comunidade e outras organizações na liquidação de divergências, a
escolha de estratégias de policiamento, e resolver problemas de
policiamento. Este estilo de colaboração também deve ser aplicada à maneira dos departamentos de polícia serem liderados e geridos. Isso
significa que os líderes policiais devem ouvir ativamente a seus
policiais e trabalhar com eles na identificação e resolução de problemas
de departamento e da comunidade.
- Educados e treinados
Todos
os policiais com poderes de prisão devem começar sua carreira com uma
formação ampla e avançada em ciências e humanidades. O
treinamento deve consistir em cursos de treinamento rigoroso e
extensivo em um clima de educação de adultos que ensina tanto a ética e
as habilidades de policiamento democrático.
- Eficaz e preventiva
A
marca de um bom departamento de polícia e policiais que trabalham
dentro e que eles possam buscar continuamente para lidar com seus
trabalhos de forma mais eficaz e justa, enfatizando a prevenção do crime
e da desordem e não apenas responder a ela, e aplicação de pesquisa e
conhecimento prático, utilizando o problema como métodos de resolução,
para esse fim.
- Honesto
Honestidade e boa prática a ética são essenciais. A busca e cultivo dessas características a começar com o processo de seleção e continuar ao longo da carreira de um policial. Apenas os candidatos a policiais que demonstrarem boa tomada de decisão tão longe em suas vidas devem ser selecionados.
- Modelo de cidadão
Policiais
não deve ser apenas policiais bons, mas bons cidadãos, bem como, ter a
modelagem dos valores e virtudes de boa cidadania em suas vidas
profissionais e pessoais.
- Pacificador e protetor
O
papel da polícia é, acima de tudo, trabalhe para que se tenha sempre o
caminho das forças de paz da comunidade, e não apenas aplicadores da lei
ou combatentes do crime. Sua formação, trabalho e todos os valores apontam para a manutenção da paz na comunidade. Como
ser o protetor para o sistema de justiça criminal, a polícia deve
ver-se como defensores e protetores dos direitos constitucionais e
humanos, especialmente para aqueles que não podem defender ou cuidar de
si mesmos em nossa sociedade.
- Representante
Os
membros das organizações policiais devem ser demograficamente
representativo das comunidades que servem, tanto porque reflete as
oportunidades de emprego justo e porque permite a polícia a ser mais
eficaz na consecução de seus objetivos.
- Respeitoso
Policiais
devem tratar todas as pessoas com cortesia e respeito incondicional, e
estar disposto a ouvir os outros, especialmente para aqueles sem poder
social ou estatuto. Da mesma forma, os líderes da polícia devem tratar os trabalhadores com urbanidade e respeito os seus direitos laborais.
- Comedido
A preservação da vida deve ser a base para todo o uso da força policial. Os
policiais devem continuamente se preparar para usar a força física de
forma moderada e adequada, com treinamento especial em sua aplicação
para aqueles que são doentes mentais. Força
letal deve ser usada apenas como um último recurso e só quando a morte
ou ferimentos graves do funcionário ou de outra pessoa é iminente. Menos que letal a força deve ser preferido sempre que possível.
- Líder servo
Cada
policial, independentemente da posição, deve, simultaneamente, ser um
bom líder e um bom servo, para o público e para a organização da
polícia. Os líderes servidores usar sua autoridade e influência para melhorar o bem estar dos outros.
- 12. Imparcial
Apesar
de algum preconceito é inerente à natureza humana, os policiais
reconhecem que eles podem e devem treinar-se para reduzir os seus
preconceitos e lidar com todas as pessoas de forma justa e sem levar em
conta sua raça, gênero, etnia, condição sócio-econômica, origem
nacional, status de cidadania ou orientação sexual.
ATITUDES QUE SE DEVE TOMAR PARA PREVENIR FURTOS E ROUBOS
Estar atento com a sua segurança é algo fundamental nos dias de hoje,
principalmente para saber como evitar ações indesejadas e garantir o seu
bem-estar. Com base nisso, a Ciclopatrulha do Brasil, traz dicas de
prevenção primária para você se cuidar. Confira!
Mas o que significa Prevenção Primária? “A
prevenção primária pode ser definida como o conjunto de ações
destinadas a evitar ou reduzir a ocorrência e a intensidade de infrações
penais e perturbações da ordem. Isso é feito por meio da identificação,
avaliação, remoção ou redução das condições propícias ou fatores
precursores, visando minimizar o dano à vida e à integridade física da
pessoa humana, à propriedade e ao ambiente”, de acordo com o Sistema de Gestão da Polícia Militar do Estado de São Paulo (GESPOL) 2011, página 79.
Agora vamos a algumas regras básicas:
1- Vá ao banco se possível no horário comercial, evite muito cedo ou tarde da noite, e ao retirar dinheiro, guarde-o com cuidado e rapidamente em local discreto. Não conte dinheiro em público. Saindo do banco, certifique-se que não está sendo seguido;
2- Nunca exiba grande quantidade de dinheiro perante outras pessoas. Separe previamente a quantia necessária quando for pagar pequenas despesas pequenas despesas;
3- Oriente os idosos para que não andem desacompanhados por locais desertos ou por ruas de comércio muito movimentado, alertando-os para que tomem cuidado com os “contos do vigário”, praticados por marginais bem falantes. Tome cuidado, especialmente, com pessoas que venham lhe oferecer terrenos em locais distantes, planos de aposentadoria, curas milagrosas, joias de ouro etc.;
4- Aconselhe as mulheres para que portem a bolsa junto ao corpo, de preferência à frente, protegida pelo braço e corpo;
5- Viajando de ônibus, metrô ou trem, não abandone nem desvie a atenção de sua bolsa ou bagagem;
6- Evite a ação de infratores da sociedade, não ostentando joias em locais movimentados;
7- Não carregue consigo objetos de valor, cartões de crédito ou todos seus documentos, se não houver absoluta necessidade;
8- Não dê informações a ninguém sobre itinerário, hábitos, horários, viagens etc.. Alerte sua família e empregados para também procederem assim;
9- Avise comerciantes e gerentes de bancos, caso percebam algum movimento suspeito em torno de seus estabelecimentos.
1- Vá ao banco se possível no horário comercial, evite muito cedo ou tarde da noite, e ao retirar dinheiro, guarde-o com cuidado e rapidamente em local discreto. Não conte dinheiro em público. Saindo do banco, certifique-se que não está sendo seguido;
2- Nunca exiba grande quantidade de dinheiro perante outras pessoas. Separe previamente a quantia necessária quando for pagar pequenas despesas pequenas despesas;
3- Oriente os idosos para que não andem desacompanhados por locais desertos ou por ruas de comércio muito movimentado, alertando-os para que tomem cuidado com os “contos do vigário”, praticados por marginais bem falantes. Tome cuidado, especialmente, com pessoas que venham lhe oferecer terrenos em locais distantes, planos de aposentadoria, curas milagrosas, joias de ouro etc.;
4- Aconselhe as mulheres para que portem a bolsa junto ao corpo, de preferência à frente, protegida pelo braço e corpo;
5- Viajando de ônibus, metrô ou trem, não abandone nem desvie a atenção de sua bolsa ou bagagem;
6- Evite a ação de infratores da sociedade, não ostentando joias em locais movimentados;
7- Não carregue consigo objetos de valor, cartões de crédito ou todos seus documentos, se não houver absoluta necessidade;
8- Não dê informações a ninguém sobre itinerário, hábitos, horários, viagens etc.. Alerte sua família e empregados para também procederem assim;
9- Avise comerciantes e gerentes de bancos, caso percebam algum movimento suspeito em torno de seus estabelecimentos.
A Prevenção Primária é a melhor atitude, na dúvida, chame a Guarda Municipal de Curitiba pelo telefone 153.
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