quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Policiais da ciclopatrulha do 2°BPM prendem acusado de assaltos à pessoas que faziam caminhadas em CG



Policiais da Ciclopatrulha do 2º BPM (Batalhão de Polícia Militar) prenderam, na noite terça-feira (20) passada, um jovem de 19 anos de idade que reside no bairro de José Pinheiro, em Campina Grande, acusado de assaltar pessoas que faziam caminhada na área do Açude Velho e Parque da Criança.

Os policiais realizavam rondas em volta do Açude velho quando foram abordados por duas pessoas que tinham tido os aparelhos de telefone celular roubados por um jovem em uma bicicleta. Ao realizarem buscas, os militares localizaram o acusado.

Com o jovem os policiais da Ciclopatrulha encontraram os dois aparelhos de telefone roubados das vítimas e um simulacro de pistola. O acusado foi conduzido até a delegacia, onde foi autuado em flagrante.

sábado, 24 de setembro de 2016

Patrulhamento com bicicletas passa a ser realizado pela PM de Artur Nogueira

Ao todo, três veículos foram adquiridos em parceria com o Ministério Público.
Da redação

A Polícia Militar de Artur Nogueira passou, a realizar o patrulhamento com bicicletas no município. Três veículos foram disponibilizados pelos oficiais em uma parceria entre a própria PM com o Ministério Público, através de transações penais. De acordo com Pedro dos Reis Campos, promotor de justiça que estava presente no lançamento do novo tipo de patrulhamento, a aquisição visa reforçar o policiamento já que a necessidade de segurança é a mais urgente no município.
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São três bicicletas a disposição dos oficiais, que serão utilizadas em um patrulhamento no centro da cidade de segunda a sexta-feira. De acordo com o capitão Alexandre Hoio de Souza, o novo método de patrulhamento deve visar sanar, principalmente, com os roubos que ocorrem no centro da cidade, sejam eles em lojas ou aos pedestres e ciclistas que passam pelo local. “Inclusive, existem muitos ladrões que utilizam justamente as bicicletas para fugir. Quem sabe agora os policiais não conseguem aumentar o efetivo nesse tipo de ação”, ressaltou.

terça-feira, 6 de setembro de 2016

PSP de Viseu vai fazer policiamento em bicicleta para evitar trânsito

O comandante da PSP de Viseu, Victor Rodrigues, anunciou hoje que esta força policial passou a contar com um policiamento em bicicleta destinado especialmente à zona histórica da cidade de forma a garantir o normal funcionamento do tráfego.


"O objetivo principal deste policiamento em bicicleta passa por garantir a normal fluidez do tráfego de pessoas e veículos. O que se pretende com este policiamento é realmente um policiamento mais próximo e mais eficiente, porque as bicicletas permitem uma deslocação mais fácil para a zona histórica e naquelas ruas estreitas", alegou.
Durante a apresentação do novo programa de patrulhamento, que decorreu durante a manhã de hoje, Victor Rodrigues explicou que a zona histórica da cidade de Viseu tem cada vez mais gente, depois da recuperação de algumas casas que estavam devolutas e da instalação da escola Mariana Seixas na rua Direita.
"O movimento tem aumentado e sendo uma zona também de diversão noturna, há sempre muito movimento, sendo nossa intenção, com este tipo de policiamento, garantirmos a normal fluidez do tráfego, evitando o estacionamento indevido, que prejudica todo o trânsito. Temos verificado que continua a haver alguns abusos por parte da população, essencialmente na zona histórica, o que causa alguma má imagem ao turista que nos visita e alguns incômodos aos que cá estão", justificou.
De acordo com o comandante da PSP de Viseu, serão quatro os agentes que farão este patrulhamento em bicicleta, com equipamento adequado e divididos em duas equipes de dois elementos.
"Pretendemos que estejam operacionais sempre que o tempo o permitir, sendo claro que será no período de abril ou maio até outubro, pelo menos. Sempre que o tempo o permitir, utilizaremos este tipo de policiamento", acrescentou.
Este tipo de policiamento será feito "nos horários mais úteis" e "eventualmente à noite, embora no período noturno exista outro tipo de policiamento e o trânsito também causa menos problemas".
"As áreas de influência vão ser a zona histórica, a zona do Rossio e a Alberto Sampaio. Também o parque [Aquilino Ribeiro] muito frequentado por estudantes e vamos aproveitar esta facilidade de deslocação também para o Fontelo", informou.
O patrulhamento em quatro bicicletas junta-se assim ao policiamento que já é feito por agentes nos quatro 'segways' existentes no comando.
"Vamos testar esta experiência piloto, espero que seja útil. Acho que é um policiamento muito mais efetivo e próximo do cidadão e vamos ver se resultará: queremos crer que sim e se for útil, estenderemos a Lamego", concluiu.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Policiamento ciclístico alcança resultados positivos em Várzea Grande


Todos os dias, Valdete Flores abre as portas de seu estabelecimento com a confiança de que terá um dia tranquilo de trabalho. A sensação de segurança da comerciante, que é dona de uma floricultura região do Cristo Rei, em Várzea Grande, se deve a uma ronda diferenciada feita todos os dias por uma dupla de policiais do 25º Batalhão de Polícia Militar.

De bicicleta, eles percorrem as principais avenidas que concentram comércios e agências bancárias daquele bairro, sempre com uma pausa para dialogar com comerciantes.
Há 17 anos trabalhando no mesmo local, Valdete ressalta a importância da aproximação da polícia com a população. “Estou muito satisfeita com a PM, principalmente com o policiamento ciclístico, que está presente todos os dias nas ruas, nos comércios, e tem feito um trabalho amigo, de proximidade”.
A subcomandante do 25º BPM, major Bianca Chiroli, explica que o policiamento ciclístico é apenas uma das atividades de prevenção desenvolvidas pelo batalhão. “Temos hoje duas frentes de atuação preventiva: a ronda escolar e o policiamento ciclístico, que tem feito esse trabalho de aproximação com a comunidade, principalmente da área comercial do grande Cristo Rei”, declara.
Segundo a subcomandante, é a comunidade que leva diversas informações à polícia, contribuindo para a implementação da ação preventiva.
“Trabalhamos com o policiamento motorizado, sobre quatro ou duas rodas, que fazem o patrulhamento, a abordagem, as buscas e os bloqueios policiais. E o policiamento ciclístico é diferenciado, pois o policial tem a possibilidade de estar mais próximo da população, descer em um comércio, conversar, saber como está a situação naquela rua, naquele local e orientar”.
A major acrescenta que após a aproximação da polícia e o enfrentamento da segurança pública com as ações da operação Bairro Seguro, houve redução de 31% do crime de roubo em geral, principalmente nos casos de assalto a comércio. “Temos muito problema de roubo na região, com foco em aparelhos de celular, que infelizmente têm uma grande gama de receptação”, avalia.
A área do 25º BPM abrange 46 bairros, com grande concentração de comércios e agências bancárias dentro da região do Cristo Rei.
Pequenas regiões
O policiamento ciclístico é desenvolvido há quase quatro anos pelo 25º Batalhão de Polícia Militar. Em razão do meio de transporte ser a bicicleta, essa modalidade é indicada para pequenas regiões. Por isso, este atendimento prioriza a área comercial e bancária da região do Cristo Rei.

De acordo com a chefe da 5ª sessão do 25º BPM e responsável pelo policiamento ciclístico, 2ª tenente PM Karem Maria Dantas Sanches, o foco dos policiais é fazer uma visita inicial aos comércios e prestar orientações sobre segurança pública.
“É o momento em que eles conversam com os comerciantes e funcionários sobre quais medidas de segurança podem tomar para diminuir o risco de roubo e furto no estabelecimento”, ressalta.
Além das ações preventivas, os policiais também realizam uma visita pós-crime, com orientações e sugestões de mudanças para melhorar a situação do comércio alvo de criminosos.
Sobretudo, para a tenente, o mais importante do policiamento ciclístico é o fortalecimento do elo entre a polícia e a comunidade. “Com essa aproximação, os comerciantes se sentem mais seguros para ligar no batalhão, pedir apoio, fazerem denúncias e tirar dúvidas. E isso é muito importante para nós”, afirma Karem Sanches.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Ciclopatrulhas na Póvoa de Santa Iria tem balanço positivo

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Segurança tem sido mantida na zona ribeirinha da cidade.
As ciclopatrulhas lançadas pela Polícia de Segurança Pública na zona ribeirinha da Póvoa de Santa Iria estão a ter um balanço positivo e têm aumentado o sentimento de segurança dos utilizadores, não havendo até agora registo de ocorrências.
A prevenção do vandalismo tem sido também uma mais-valia e têm sido reportadas menos situações de destruição do patrimônio. As ciclopatrulhas foram lançadas em Maio para chegar onde os automóveis não podem entrar. Dois agentes têm percorrido a zona ribeirinha com regularidade para estarem próximos dos cidadãos e prevenir atos de criminalidade. A polícia garante que não há registo de problemas naquele que é o principal espaço de lazer da Póvoa e Forte da Casa.
Talvez por ser de difícil acesso a automóveis, por não ter zonas para onde fugir ou então por estar sempre cheio de gente a frequentar a zona, a verdade é que o parque ribeirinho da Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa é uma zona segura e a polícia garante que não há registo de crimes violentos no local.

sábado, 27 de agosto de 2016

Patrulhamento da PSP em bicicleta na baixa de Câmara de Lobos.

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Decorreu hoje a apresentação pública do novo serviço de patrulhamento da PSP em bicicleta na baixa da cidade de Câmara de Lobos.
A implementação deste novo serviço de patrulhamento de proximidade por parte dos agentes da PSP da Divisão Policial de Câmara de Lobos resulta do trabalho de colaboração institucional que vem sendo desenvolvido entre a PSP e a CMCL, tendo como objetivo primordial reforçar o patrulhamento nas zonas turísticas e comerciais da frente mar de Câmara de Lobos, promovendo o reforço da segurança de residentes e turistas.
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Já no decurso do corrente mês entrarão em serviço duas novas bicicletas para policiamento , os quais melhorarão a qualidade do serviço prestado aos cidadãos, assim como a melhoria dos índices de eficiência e de eficácia da atuação policial, sendo orientado para a proteção dos cidadãos em geral, contribuindo, por outro lado, para o aumento da segurança, de várias formas.
PSP bicicleta Câmara Lobos
A nova brigada irá incidir a sua atuação na frente mar de Câmara de Lobos, promenade e centro histórico, sendo objetivo da PSP que esta ação permita estreitar relações e reforçar o sentimento de segurança dos cidadãos.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Veja 8 dicas para evitar roubos e furtos de bicicletas


Pedalar sempre em grupo. Essa é uma das principais dicas que especialistas dão para que ciclistas evitem ser furtados ou roubados. Com o número de casos de furto e roubo de bicicletas crescendo em todas as cidades no Brasil, algumas medidas preventivas são necessárias para a proteção de quem usa a bicicleta para o lazer, para o trabalho ou para se exercitar.
A partir dos dados obtidos pelo "Fiquem Sabendo", o UOL consultou especialistas em segurança pública e cicloativistas sobre como quem pedala pelas ruas pode se precaver. Eles listaram oitos dicas:

1 – Evitar trafegar sozinho

Para o especialista em segurança pública e coordenador do Cepedes (Centro de Pesquisa em Direito e Segurança) Fabrício Rebelo, é interessante buscas a companhia de outros ciclistas. "E que eles mantenham distância entre si "para evitar que uma abordagem possa render todos juntos". 

2 – Orientar os integrantes de um mesmo grupo

Assim, é possível "acionar o policiamento assim que vir algum ataque", segundo Rebelo. Para Fabio Petrillo, da loja Bike Runners e do grupo paulistano Tatu de Bike, pedalar em grupo também ajuda a inibir a possibilidade de roubos.

3 – Não comprar peças sem procedência

O "mercado de crimes" é alimentado por produtos provenientes de roubo, salienta o especialista em segurança Bene Barbosa. Rebelo complementa: "a facilidade de repasse no mercado ilegal potencializa o interesse dos criminosos sobre quem as utiliza".
Aviso em árvore na avenida Sumaré, em São Paulo, alerta para risco de crimes no local

4 – Não trafegar por vias com baixa iluminação, locais ermos

"Se possível, prefira trajetos com maior policiamento", sugere Fabrício Rebelo, do Cepedes. "E, quando sozinho, procure locais bem iluminados", acrescenta Petrillo.

5 – Planejar o trajeto

Uma das maneiras de evitar surpresas durante sua pedalada é saber a segurança do trajeto que irá fazer, sugere a cicloativista Talita Noguchi, do Las Magrelas. Planejar o trajeto também é importante para evitar "algumas rotas em que se sabe que há perigo", comenta Petrillo.

6 – Prestar atenção

O especialista em segurança Fabrício Rebelo pede que se evite passar perto de pessoas com atitude suspeita e se tenha atenção ao circular "junto a árvores e barracas ou outros obstáculos atrás dos quais possa haver alguém escondido". "Na dúvida, desconfie e redobre sempre a atenção".

7 – Usar travas de qualidade

Ao estacionar sua bicicleta, garanta que ela esteja bem presa. "Está se tornando comum arrombar cadeados", comenta Talita. Ela sugere o uso de travas em U-lock. Além disso, é interessante evitar deixar a bicicleta estacionada em locais longe de sua visão por horas, sugere Petrillo, do Tatu de Bike.

8 – Comunicar as autoridades de segurança

É importante fazer o boletim de ocorrência, aponta o especialista em segurança Bene Barbosa. "Assim, há o registro na Secretaria de Segurança Pública". Isso também permite que o caso passe a integrar as estatísticas que formam as chamadas "manchas criminais", observa Rebelo. "Elas servem de balizamento para a definição das rondas de patrulhamento".

Episódio

Petrillo já esteve frente a frente com um integrante de uma quadrilha que roubava bicicletas. "Um homem chegou aqui na loja querendo vender uma bicicleta. Ela valia cerca de R$ 50 mil, mas disse que pagaria R$ 10 mil. Ele quis fechar por R$ 12 mil".
Um capitão da polícia foi avisado e um flagrante, armado. O homem e o grupo ao qual pertenciam foram presos. "E, com os dados da bicicleta, conseguimos devolvê-la ao dono", relembra.
Para aumentar a tranquilidade do ciclista que teve sua bicicleta roubada, Petrillo sugere que, no caso das mais caras, seja feito um seguro. "Para uma bicicleta de R$ 3 mil, o seguro sai por cerca de R$ 300 por ano".
No caso das mais baratas, há a possibilidade de se usar no veículo um selo de segurança, que contém código de barras. "Assim, caso encontrem a bicicleta, é possível identificar o dono. Um aplicativo o aviso de que ela foi encontrada".


Responsabilidade do Estado

Daniel Guth, diretor-geral da Ciclocidade (Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo), preferiu não dar dicas. Ele argumentou dizendo que a responsabilidade por segurança não deve ser do ciclista, mas do poder público. "Se focarmos no que o ciclista deveria fazer [para ter segurança], nós estaremos subvertendo a ordem". A organização está em contato com a SSP (Secretaria de Segurança Pública) paulista para uma conversa a respeito de políticas públicas para melhorias na segurança.
Os números apresentados pela SSP, segundo Guth, também estariam subestimados. "Alguém que tem uma bicicleta de R$ 80 roubada tem a mesma motivação para fazer um boletim de ocorrência que uma pessoa que tem uma de R$ 5 mil?", questiona o ativista.
Na opinião de Talita Noguchi, do Las Magrelas, é importante saber o porquê dessa criminalidade. "O que o governo, o Estado está fazendo que leva a essa situação? Se o poder público não tomar uma atitude, isso não tem como ser parado", diz a cicloativista. "Temos uma realidade de sociedade fragilizada, para a qual a autoproteção não faz parte do cotidiano, e o policiamento é insuficiente para prover a segurança integral do cidadão", analisa o especialista em segurança Fabrício Rebelo.
Guth foca na melhoria da segurança pública para que casos de roubo de bicicletas diminuam. "A cidade precisa mudar, as políticas públicas precisam mudar. Temos que perseguir uma sociedade que inclua as pessoas".

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Em defesa do Policiamento Ciclístico

Policiais ciclistas australianos. Foto: Stan Dalone 

Tradicionalmente, as polícias ostensivas brasileiras não possuem unidade ciclística formalmente estabelecida  uma companhia ou batalhão ciclístico, por exemplo. Diferentemente do policiamento montado, que possui unidades especializadas em provavelmente todas as polícias militares brasileiras, o policiamento ciclístico não guarda qualquer relação com a estrutura operacional do Exército Brasileiro, instituição da qual as PMs são forças auxiliares e ainda possuem muitas semelhanças estruturais (a designação “P1”, “P2”, “P3” etc é uma adaptação do “S1”, “S2” e “S3” do Exército, por exemplo). Nos dias de hoje, entretanto, passou do tempo das polícias brasileiras atentarem para a criação de unidades de policiamento ciclístico, com estrutura organizacional, pessoal especializado e doutrina própria.
Antes de falar de algumas vantagens do policiamento ciclístico, é bom frisar que nenhum vetor de policiamento se basta. A viatura “quatro rodas” possui sérias desvantagens em relação às motocicletas, por exemplo, que já não alcançam as características de uma aeronave, ao tempo que essa não consegue potencializar certos elementos conseguidos com o policiamento a pé. Desse modo, o que aqui discutimos é sobre um potencial muito pouco aproveitado pelas polícias brasileiras, que geralmente privilegiam as viaturas motorizadas. Entendam um pouco mais esse potencial:

Capacidade de permanência e agilidade moderada

O policiamento ciclístico é ideal para o patrulhamento de áreas de média extensão (raio de 2 a até 5 quilômetros). Para atender um chamado a dois quilômetros de distância, policiais em bicicletas chegam em menos de 10 minutos, um tempo razoavelmente adequado se considerarmos a realidade do trânsito em grandes cidades. Mas independentemente do tempo resposta, as bicicletas possuem como grande vantagem seu potencial de permanência intensa em áreas específicas: um policial não poderá ir muito longe pedalando, e, por isso, a tendência é que lhe sejam designadas áreas com extensão reduzida. Até mesmo a fiscalização e supervisão do policiamento fica facilitada, nesse caso.

 

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

CICLOPATRULHA - USO DE BICICLETA PELA GUARDA MUNICIPAL

      
                                                                                                                                                               
 
Indicação apresentada pelo vereador na Câmara Municipal sugere que a Guarda Municipal de Aracaju faça um estudo com o intuito de instituir o uso de bicicleta no patrulhamento de determinadas regiões da cidade. A ideia se baseia no fato de a bicicleta ser um veículo de baixo custo, sem prejuízo para o meio ambiente, e que consegue alcançar áreas aonde as viaturas não chegam, especialmente em praças, parques e nas ruas do Centro da cidade, além de poderem transitar pelas ciclovias. 

Do ponto de vista prático a bicicleta também aumenta a mobilidade dos agentes, garantindo a melhoria e a eficiência da fiscalização. O guarda de bike tem uma maior presença e pode estabelecer um contato maior e mais próximo com a população, podendo assim agir como uma policia verdadeiramente comunitária.

Sugestão acatada. Os guardas municipais já estão fazendo  patrulhamento usando bicicletas!

GNR de bicicleta: patrulhamento próximo da população e amigo do meio ambiente 

De bicicleta e devidamente equipados, como mandam as regras da circulação viária, dois militares da Guarda Nacional Republicana (GNR) da Trofa estiveram a fazer patrulhamento na cidade da Trofa, durante a tarde de sábado. A pedalar por zonas como o Parque das Azenhas e Parque Nossa Senhora das Dores e Dr. Lima Carneiro, esta ação de vigilância de proximidade não é nova no concoselho, mas vai tornar-se mais regular. É esse o objetivo do destacamento da GNR de Santo Tirso que já mobilizou algumas bicicletas para o posto da Trofa, onde oito militares estão habilitados para as utilizar em ações de patrulhamento nas zonas urbanas do conselho, nomeadamente Bougado e Coronado.
As bicicletas são um meio de transporte que os militares estão a utilizar, a nível nacional, durante a Operação “Verão Seguro” e que tem dado resultados “muito positivos”, explicou o capitão Flávio Sá, comandante do destacamento da GNR de Santo Tirso. “Permite uma maior proximidade com a população e facilita o acesso a zonas em que uma viatura de quatro rodas não consegue chegar, como áreas florestais. Além do mais, é um policiamento amigo do ambiente”, acrescentou.
E uma vez que a Trofa “tem sido assolada por alguns incêndios”, o destacamento espera que o patrulhamento em bicicleta permita “maior vigilância” e, por conseguinte, menos ocorrências.
Flávio Sá afiançou que é intenção que, a breve prazo, “60 por cento” dos elementos do posto que sejam capazes de fazer este tipo de patrulhamento.